igreja cristã maranata – Que mais? – “Religião não presta e a Obra salva!” – Que mais? – “A Obra é tudo!”

Entre as pessoas que conheço, não vi uma afirmar com propriedade e fundamentação de que estava aprovando essa presepada de transmissão por satélite.

Só falam a frase feita: “É uma benção, varão!”

– Que mais?

– “Foi uma benção, varão! O pastor lá… falando… Um novo momento… um momento profético… porque a Obra é dinâmica…”

– E…

– “E… que é uma benção, varão?!”

– Que mais?

– “Religião não presta e a Obra salva!”

– Que mais?

– “A Obra é tudo!”

– Ah, tá! Tá gostando, então?

– “Sim. É uma benção, varão! A Obra é dinâmica!”

Conclusão:

São forçados a ir!

São forçados a ir para não serem taxados!

São forçados a ir par não se sentirem inseguros!

São forçados a ir para se sentirem com crédito com Deus!

São forçados a ir para se sentirem justificados perante Deus!

São forçados a ir para não caírem em descrédito como um valente da Obra!

São forçados a ir para não serem discriminados!

São forçados a ir para não serem julgados!

São forçados a ir porque são cobrados pelos líderes!

São forçados a ir, com um sorriso fingido que está gostando, para não perder suas funções!

São forçados a ir porque são covardes, que amam muito mais a glória dos homens do que a glória de Deus, em tese.

Que vida deplorável!

Quanta hipocrisia!

Quanta falsidade!

Convertam-se ao Evangelho, seus tímidos!

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/07/esta-ficando-muito-perigoso/

maranata gedelti – “Somos Nível Superior, a Religião, mobrais” – Fala que quem saia da ICM é tudo “sujeira”. E sujeira é para sair mesmo. E a “sujeira” vai para os “movimentos”.

Aos leitores.

Abaixo o tópico de Ireneu emhttp://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=1278527&tid=5486291675363869764
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GDT: “Somos Nível Superior, a Religião, mobrais”
http://www.4shared.com/file/116555268/981294dc/Momento.html

A partir de 1:10:00 + ou -.
11 minutos – 13 minutos:
Fala que quem saia da ICM é tudo “sujeira”. E sujeira é para sair mesmo. E a “sujeira” vai para os “movimentos”.
A pessoa que teve as MAIORES EXPERIÊNCIAS NO CORPO (leia-se ICM), e saiu, agora, é réu do corpo.
Diz que roupa esporte é um esforço, então vai embora, que não vai fazer falta. (e depois dizem que usos e costumes não é obrigatório).
Quem usa roupa esporte é coisa de DOIDO.

18 minutos – 19 minutos:
Fala mal da CCB indiretamente. Do véu, ridiculariza o uso véu, mas antes recrimina que usa roupa esporte. (quanta hipocrisia)
Diz que ir para pra ia não é pecado, mas vestir bikini é pecado. Pois pra tomar banho do mar tem que usar bikini. Então, não pode tomar banho de mar (ir para praia), se quiser tomar banho de mar, tem que tomar igual as muçulmanas.

24 minutos – 27 minutos:
Critica aqueles crentes que louvam a Deus com animação, e ainda critica pela voz da pessoa ser nordestina, com seu sotaque. Escarnece, com um tom de voz esnobe. E julga as pessoas que gritam “eu amo Jesus” é que não ama Jesus na verdade.
E cita o caso do Fonseca.

Debocha e faz chacota de igrejas que permitem que o casal, em festa de casamento, façam declaração de amor. Chama o casal de doidos e um “troço”.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/07/esta-ficando-muito-perigoso/

igreja cristã maranata – Acordo todos os dias agradecendo a Deus por ter limpado a minha mente desse terror psicológico, é como se tivesse passado 15 anos na prisão e agora poder ver a luz do sol…

Quando comecei a postar comentários nesse blog eu havia dito que a amizade com os maranatas continuava,que eles conversavam conosco até mesmo para reclamar da igreja. Com o passar dos meses,muitos vão nos ignorando, contaminados por outros que vêem os que se libertam como caídos. Já não nos enchergam como boa gente. “Estão no mundo”, é a frase predileta, e quem não está?

AH,esqueci que eles vivem flutuando nas nuvens,com um pé na eternidade e outro aqui,são seres especiais acima dos outros.Essa é a estupidez de pizar na graça,do exclusivismo, dizendo sempre “somos da obra”.

Após alguns meses de sofrimento e estou totalmente livre desse mal. Não sobrou nenhum resquício de dúvida. Acordo todos os dias agradecendo a Deus por ter limpado a minha mente desse terror psicológico, é como se tivesse passado 15 anos na prisão e agora poder ver a luz do sol… Não tem preço. Aliás,o preço já está pago por Jesus.

É pena ver que alguns que saem da icm acabam indo para alguma outra igreja maluca,cheia de profetadas e exageros humanos. Calma irmãos, dêem tempo ao tempo e deixem Deus orientar o caminho.O erro está em agarrar uma igreja e dizer “esta é a certa”,nenhuma é… só Jesus é perfeito, e o templo que ele procura é o nosso coração.

Enquanto isso,a guerra rola solta entre todas as igrejas,e o inimigo sentado no trono da terra dá gargalhadas e diz ‘obrigado icm,obrigado fulana e ciclana,é isso que eu gosto”…

…………

E isso, Graci.

Nesse contexto de ruptura, interessante observar a agressividade de alguns pelo nível das expressões que empregam contra nós. (A cada dia me lançam maldições e pedras. Alguns desses expressam ódio… muito ódio, beirando à opressão satânica.)

Há os que nos cumprimentam com disfarces, por etiqueta mascarada; e outros abandonaram a família, mergulharam em dívidas e protestos e agora querem nos saudar com “Paz” ou “Paz do Senhor”. Não é contraditório? Se cheios de disfarces, falsas profecias, malignidade e ódio religioso, que paz pode sair de seus corações?

(Tiago 3.11-12): “Acaso, pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso? Acaso, meus irmãos, pode a figueira produzir azeitonas ou a videira, figos? Tampouco fonte de água salgada pode dar água doce.”

O mais interessante é que em tudo isso aparece uma oportunidade de orar por eles, para que seus olhos sejam abertos e chegue o momento do cair das escamas…

SÊ FORTE!
CV

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/07/esta-ficando-muito-perigoso/

igreja cristã maranata – Os vídeos estão aí, pra quem quiser ver – com imagem e fala desse homem e que já está se tornando perigoso, visto que ameaça com riscos de tragédias e mortes a todos que querem sair desse sistema.

CV e irmãos,
O que está acontecendo dentro da icm-pes, já é um problema pra nossas autoridades. Os vídeos estão aí, pra quem quiser ver – com imagem e fala desse homem e que já está se tornando perigoso, visto que ameaça com riscos de tragédias e mortes a todos que querem sair desse sistema.
Estamos deveras preocupados, porque temos ainda familiares e pessoas queridas nessa seita, e já vimos exemplos no passado, como Jim Jones e Hitler e o estrago que fizeram.
Já está na hora da mídia e autoridades começaram a se preocupar, pois ninguém pode prever o que poderá acontecer. Sabemos de muitas barbáries ao longo da história, quando ameaçaram, perseguiram e mataram, em Nome de Deus. As cruzadas, a inquisição, os conflitos da Irlanda do Norte e do Sul e os homens bomba, são alguns dos muitos exemplos do que a instigação ao ódio religioso, é capaz de produzir.
Gedelti Gueiros já inventou demais. Inventou essa “entidade” venerada, idolatrada e adorada, e a usa tanto para seus próprios interesses, quanto para ameaçar; como aconteceu em Carapina na Serra, nessa segunda feira. A irmã me disse hoje, chorando , que não poderia repetir o que ele disse, tal a gravidade das suas palavras, tanto para os querem sair , como pra nós retirantes – um verdadeiro terrorismo.
Tudo isso é um prato cheio para uma grande tragédia …e olha que é anunciada toda vez que esse “digníssimo” senhor abre a boca.Tanto que seus advogados estão sistematicamente entrando com recursos, para retirar da internet seus comprometedores vídeos; e que se fossem tratados com a seriedade que o caso requer, ao invés de retirá-los, deveriam sim, interditar esse homem de suas funções, já que é um formador de opinião e lida diretamente com crianças, adolescentes e jovens.
É assustador o que esse homem tem feito em Nome de Deus!
A paz do Nosso Senhor!

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/10/se-alguem-chega-espalhando-a-morte-fuja/

igreja cristã maranata – Conversei hj com um irmao que saiu da ICM antes de mim, e ele disse que teve de fazer varios anos de psicoterapia para se curar. É mole!?!

Conversei hj com um irmao que saiu da ICM antes de mim, e ele disse que teve de fazer varios anos de psicoterapia para se curar. É mole!?!
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Olha, amado
Fale com este sofredorpara aprensentar a conta das despesas no Presbitério…
CV.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/10/se-alguem-chega-espalhando-a-morte-fuja/

igreja cristã maranata – está ficando muito perigoso

formatação do icemita de carteirinha começa no início, noPrincipiantes, o primeiro período dos Seminários da Obra e continua nas comissões, nos cultos proféticos e demais grupos:assistência, intercessão, louvor etc. Entenda: a formatação perfaz oprojeto de salvação dos que absorverão a Obra (até completo empanzinamento). Então, o público reconhecimento de serem servos da Obra.

A formatação confunde a emoção, embaraça a inteligência e perturba a vontade (entenda: emoção, inteligência e vontade formam a alma do indivíduo) como condição ideal à introjeção da ideologia (filosofia) de Obra Revelada. Causa predisponente para a esquizofrenia religiosa. Como instituição, a ICM-PES entrou num  beco sem saída.

Destaque como emissário do monarca no clero superior é o que cada obreiro deles mais deseja. Mas convenhamos, depende de clamor pelo sangue de Jesusconsulta (leia-se: bibliomancia), enquadramento na hierarquia, indicação, interesses, obediência inquestionável, posição social, profetada, revelagens, subserviência e unção. Enfim, eis o formatado pelo eclesiasticismo monárquico quadragenário e pseudocarismático! Com gritos de MARANATA! O olhar caolho do construtor de heresias está presente em cada fase desse longo processo. Sempre!

A incubação da doutrina revelada é desejada insistentemente pelo sistema (o mestre-mor conta com este lance). Começou com o capítulo chamado absorção de Obra (algo que de coisas insignificantes fazem segredos), como condição de formatação inconsciente do eu-icemítico facilmente manipulável e obediente ao sistema. Falando e pensando biblicamente, absorvem a OBRA é expressão medíocre: o mestre-mor recorda e repete a doutrina revelada e, a cada dia, omistério da Obra fica mais sofisticado. É assim que  a doutrina revelada, a mensagem revelada, a palavra revelada funcionam: na base de compulsão. Inexoravelmente! Não duvide!

Então, entenda as fases da introjeção de cada capítulo da heresia icemita na mente dos servos da Obracompulsão à recordação, repetição e sofisticação no encadeamento de alegorias, bizarrices eclesiásticas, dissimulações, erros doutrinários, espiritualizações de frases isoladas do conteúdo e do contexto do Livro Sagrado. E maldições… muitas maldições. Depois de exposto com os ardis dalinguagem do não-pensamento e de enfeitado com o famosoossorrevelô, este imbróglio negrumoso é oferecido ao público. Entretenimento na certa! Lembrem-se: monarca, para entreter como monarca, joga malabares e ri da plebe. Sempre!

Está ficando muito perigoso, continuar crendo em doutrina revelada, mensagem revelada e palavra revelada.

Faça um favor a sua alma preciosa e continue lendo e pensando…

Não é de admirar, que o falso profetismo fincou pé nos chamados cultos proféticos como expressão de consciência individual já morta pelo pecado. Nunca se condenam pelos erros que comentem. Nunca! O chefe religioso discrimina os pastores subalternos (muitos são considerados meia-solas), espalha o ódio religioso e não lhe pesa o coração (e a reputação) pois proclama: a Maranata não precisa de você: Vá embora!

Nada mais do que o orgulho religioso enraizado no insano sentimento de superioridade. Os emissários (entenda: pastores representantes do presbitérios, assim definidos pelo Estatudo da ICM-PES) da monarquia fazem o mesmo nas unidades locais, pois não passam de cúmplices do sistema.

Nas brumas desta dominação eclesiástica monárquica e pseudocarismática antigas brigas  entre famílias presbiterianas (mas eles contam e publicam outra história); e, consequentemente, o começo do fim. Até hoje o chefe religioso nega o regimento interno nesta denominação eclesiástica. Com essas brechas apareceram balcões de negócios e  estelionatos. Comissões distribuídas, cumplicidade e omissão.

Nessas ilhas de fortuna os fracos foram devorados pelos fortes, inclusive, com interesses políticos. Os membros pagam o preço.

O crente comum (desculpem a expressão, eu mesmo sou um) continua discriminado.

O incremento de ações judiciais lembra o histórico rolo compressor de 2007 que abriu brechas às demandas judiciais recentes. O monarca está nu e não percebe.

medo impera na ICM que a elite chama de Igreja Fiel. Centenas… milhares de amados crentes icemitas excomungados nesses quarenta anos de regime sectarista: sem direito à defesa, sem direito de protestarem pelas agressões e ameaças sofridas. Excomungados por revelação! Simplesmente.

Os algozes não acenderam fogueiras para queimar hereges em praça pública: calúnias, difamações, injúrias e maldições que escorrem pelas escadarias do palácio da rainha desfigurada, fazem algo pior que betume nos corpos ardendo em chamas debaixo da crueldade daquela Inquisição Satânica orquestrada pelo papismo. Que o digam os icemitas retirantes…

Porquanto, é deste modo que o gedeltismo enraizou  idéias humanas como  projeto de salvação que veio da eternidade. Ele conseguiu elaborar e efetivar o eclesiasticismo filosófico monárquico pseudocarismático. Por conseguinte, amargas e inúmeras as dificuldades enfrentadas pelos retirantes, a fim de finalmente, serem salvos da servidão.

Conclusão

A estupidez da heresia icemita deixou caolho o olhar do construtor de heresias. A ideologia (eclesiasticismo) de Obra, qual droga estupefaciente, introjeta obediência e pronta servidão ao sistema. As decepções continuam. Disfarçar e esconder insignificâncias, intitulando-as de mistérios da Obra Revelada, de nada vale.

formatação do icemita é algo parecido com a disposição espacial de elementos nos programas televisíveis e visuais. Entenda o que acontece: flashs instantâneos prioritários e programados exigindo pronta resposta aparecem na mente obcecada (cego de entendimento) dos servos da Obra. Flashs de aulas, de falsas profecias, de medos, de mensagens reveladas, de páginas, de profetadas e revelagens por satélites e nos Seminários da Obra.

A ICM-PES corre o risco de representação pelo Ministério Público Federal em ação civil pública com arbitramento de multa para cada caso de discriminação contra ex-icemitas. Não é difícil perceber que certas práticas adotadas pela denominação eclesiástica afrontam princípios constitucionais da dignidade humana, da igualdade, da solidariedade, da liberdade de associação e da liberdade de consciência e de crença; e essas práticas não pode ser toleradas pelo Estado Democrático de Direito.

As máscaras do mito mistério da Obra  estão caindo. As meninas da Maranata em Itapoá – SC aprenderam que o clamor pelo sangue de Jesus impede a ação do inimigo e dos homens maus. Clamor pra quê? Elas foram corrompidas, penetradas e sexualmente violentadas.  Meu Deus! Nada obstante, o desgastado ossorrevelô  disfarça a expectativa de demandas no Judiciário.

Desde que as cercas foram rompidas, as estradas estão cheias de centenas… melhor dizendo, de milhares de retirantes desiludidos com a enganação.

Doentes de desamor, de dominação esquizofrênica, de doutrinas de homens, de estelionatos, de profetadas, revelagens, sonhos de tolos e vaidades…

Então, a Constituição Federal declara (inc. IV do art. 3º): “promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.”

Esta norma deveria encerrar força nas comunidades cristãs.

Este princípio da Carta Magna não é bom, oportuno e útil? Evidentemente, para a MESCLA, porquanto o mestre-mor entende que o rebanho sujeito ao seu domínio está acima da Lei e da letra morta da Bíblia Sagrada. Que ousadia!

Entre as diversas formas de preconceitos religiosos lançados no rosto dos ex-icemitas amaldiçoar, caluniar, difamar e discriminar estão salientes.

Esperto em instigar o ódio religioso e intransigente como sempre, o chefe icemita e mestre dos mestres não permite perguntas e questionamentos. Se alguém insite, ele ameaça: VAI SER COMIDO DE BICHO!

Está ficando muito perigoso continuar dependente de cultos proféticos que nada mais parece do que escola da falsas profecias. O resultado é gente moralmente prejudicada e  sofrendo  nas mãos de obreiros que lamentavelmente perderam a noção do que é servir em amor aos irmãos.

Mostre-me uma Circular do Presidente do Presbitério condenando os crentes icemitas por criarem blogs de conteúdo caluniador, difamatório, hostil, injurioso, odioso e manifestadamente pernicioso, contra aqueles que não mais freqüentam os cultos da ICM.

Mostre-me uma só… Não existe! Porém, enquanto o chefe icemita muito religioso incentiva e instiga o ódio religioso, muitos estãodescobrindo a mentira. Que o digam aqueles que padecem os sofrimentos.

Os erros nos cultos proféticos se acumulam aos montões, e  de de tal modo ficam enraizados na mente do formatado icemita, que somente depois… bem depois, quando começar a despertar da embriagues estupefaciente e quiser romper com o sistema, perceberá quão espinhoso é ser mais um retirante…

Se os que dominam o rebanho de Deus perderam a vergonha, aquele que os obedecem perderam o respeito por si mesmos.

Tristeza que me adoece intimamente, e que não tenho outro modo de dizer: desde o início a ICM está morrendo.

NOTAS

Artigo atualizado em 25.03.2012.

 

Detesto caluniadores instigados pelo ódio. Fiquem onde estão.

 

Expressões em itálico aparecem em apostilas e falas dos icemitas.

 

Matérias publicadas:

 

Pastor usou ‘visão’ para justificar desvio
Envolvido em compras foi preso pela federal
R$ 1,8 milhão doados por deputados à igreja
Igreja contratou sobrinho de presidente
Maranata: “uma igreja que surgiu da luta pelo poder”
Maranata pagou R$ 941 mil em materiais nunca entregues
Milhões arrecadados e livres de fiscalização
Maranata: líder da igreja é investigado

Suspeita de crimes federais serão investigados

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/07/esta-ficando-muito-perigoso/

igreja cristã maranata – Não vejo nada de cristão por aqui: acusações, palavras pesadas…tem cheiro de hipocrisia, de rancor, de ódios, de ciumes e outros sentimentos que não são de DEUS, nem manifestações do seu ESPÍRITO SANTO

Estranho os comentários, bem como o teor dos texto postados neste site.. Não vejo nada de cristão por aqui: acusações, palavras pesadas…tem cheiro de hipocrisia, de rancor, de ódios, de ciumes e outros sentimentos que não são de DEUS, nem manifestações do seu ESPÍRITO SANTO. Cavaleiro veloz, vc acha que DEUS precisa da sua ajuda (digo textos) para abrir os olhos de alguém…. VOCÊ E OS DEMAIS QUE ESCREVEM TEXTOS AMARGOS CONTRA ESTE OU AQUELE, NA VERDADE ESTÃO PRECISANDO SEREM RENOVADOS NA ALEGRIA DA SALVAÇÃO….
.
Pois bem, Ricardo:

Na MENSAGEM PARA PASTORES 2007 baixada pelo chefe-icemita-mor, V. encontra “acusações, palavras pesadas… tem cheiro de hipocrisia, de rancor, de ódios, de ciumes e outros sentimentos que não são de DEUS, nem manifestações do seu ESPÍRITO SANTO” Mostre-me algo “de cristão” nessa mensagem…
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/02/instigacao-ao-odio-religioso/

Pelo visto, V. não tem condições de contestar o artigo (nem os demais indicados nos links). Mas apareceu como juiz de algo que V. não entende e por isso não tem a mais mínima condição de julgar. O seu olhar é caolho, i. é, o olhar do icemita que se acha melhor que os demais, olhar de orgulhoso servo da Obra que não conhece a graça e a misericórdia de Deus e diz amém para os mitos e mistérios da Obra.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2010/06/o-comeco-do-fim/

Quanto a sua pergunta, bem característica de fariseus hipócritas, eu também lhe faço uma pergunta: O Agente do batismo com o Espírito Santo é Jesus ou o anjo das trombetas?

Se é Jesus, porque V. depende de clamor e consulta para confirmar? Se é o anjo das trombetas, quem deu autoridade a Gedelti para destituir a Jesus de Seu Apostolado, Messianato e Sumo-Sacerdócio? Nesse particular, ne V. tem condições conteste o artigohttp://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2010/03/o-desastre-da-heresia-icemita/

Se V. aparece em defesa do obreiro que maltrata mulheres doentes, é sinal de que V. faz o mesmo, ou até pior…

fonte:

igreja cristã maranata – Se alguém chega espalhando a morte, FUJA!

Coisa antiga e decadente. Escondida na floresta nebulosa ou incrustada no alto da montanha, grande ou pequena não faz diferença se a casa é mal-assombrada. Ferrolhos e gonzos e sons tenebrosos… Lugar de ferir ovelhas.

Certas comunidades de fariseus muito religiosos metem medo. Costumes, doutrinas, falas, gestos, heresias, mantras, mitos e profetadas com direito ao aviso: a morte está do seu lado. E com esse “outro evangelho” (Gl. 1.6) descaradamente falseiam a Verdade de Deus. Fábricas de desamor. Infelizmente, muita gente gosta de medos e de ódios e de profetadas e de sustos.

Enquanto milhares de cristãos professos continuam acomodados em alguma casa mal-assombrada, felizes aqueles que andando “de fé em fé” (Rm. 1.7) alcançam entrada nas moradas celestiais depois de permaneceram fiéis ao “evangelho da graça de Deus” (At. 20.24). Esta é a esperança do crente em Jesus.

Falsa unção esmaga, entorpece, fere e mata. Fruto de consciência doente de espiritualidade esquizofrênica. Explico: alguém falou algo da fé em Jesus, o assunto chegou ao ouvido de outro que não consegue exercer fé no que Ele disse do jeito que Ele disse; e esses formatados mergulham em doutrina revelada inventada aos gritos dos falsos mestres: OSSORREVELÔ!

Falsos mestres e falsos profetas dependem de casas mal-assombradas com balcões de negócios, contrabandos, doutrinas malignas, esquemas de pirâmide, estelionatos, golpes de seguro de vida. Infelizmente, a alguns deles é possível permanecer nas sombras, pisando na consciência para tirar proveito econômico de situação vantajosa, como na “Operação Duty Free”;  mas a sentença vem (quem lê, entenda).

Ilhas de fortuna foram construídas ao peso de lágrimas derramadas e lares divididos. Muitas lágrimas diante de difíceis recomeços. Por conseguinte, a pergunta que não quer calar: clamor e consulta em culto profético para quê?

Na casa mal-assombrada encontramos: agentes de informação, aprendizes de dominadores de rebanhos, avarentos, bajuladores, bobos da corte, bois de piranha, cúmplices, dependentes de massagens do ego, doentes, espertos, estelionatários, falsos mestres, falsos profetas, formatados, hipócritas, instigadores de ódio religioso, laranjas, malandros, medrosos, mercenários, neuróticos obsessivos, paranóicos… e até crentes doentes e esperançosos de cura, de milagre. Mas…

Nesses lugares de medo onde demônios habitam, espíritos de mentira ditam normas. Não causa admiração que formatados pastores representantes do chefe muito religioso estejam acima dos “dons espirituais” (1 Co. 12.1ss.), de ousados que são (eles aprenderam essa ousadia, que não é a ousadia do Espírito de Cristo e, sim, a hipocrisia do espírito humano). Porquanto o coração endurecido pelo“engano do pecado ” (Hb. 3.13) e “heresias destruidoras” (2 Pe. 2.1), insiste em resistir ao Espírito de Cristo Jesus e perto está de condenação eterna. Prova de que a casa mal-assombrada entrou numbeco sem saída.

Por oportuno, gravarei neste Site dois episódios: um pedido de oração urgente; e uma denúncia grave. Relatos de cristã amorosa, honesta, enfrentado heresias de falsos mestres e muito preocupada com restabelecimento da fé e da saúde de sua irmã gravemente enferma. Preservarei os nomes.

O pedido de oração

Em 08.05.2010 chega o pedido

“Esta casa mal assombrada tem que fechar suas portas, deixar de fazer tanta gente sofrer. Tem pessoas que mesmo depois de muitos anos tem fiapos doloridos para tirar. Gg Aml Gl Mm WR são todos farinha do mesmo saco!!!

ACORDA, POVO DA MARANATA!

PELO AMOR DE DEUS A ALMA DE VOCÊS É CARÍSSIMA!

ESTOU IRADA! IRADA MESMO, MAS NÃO QUERO QUE O SOL SE PONHA SOBRE A MINHA IRA

Esta semana eles foram orar com minha irmã, que ainda está na ICM. Eu disse: ela ainda esta doente acamada com graves problemas de saúde mas confiante que o Senhor há de curá-la. Afinal, foram tantas profecias a respeito da cura… Enfim deram o golpe de misericórdia entregaram uma “profecia” dizendo que o Senhor vai recolher minha irmã e que ela esta bem próxima da eternidade.

Eu perguntei para minha irmã que consolo ela recebeu através desta palavra, que Deus é este que fala que uma pessoa vai morrer?

Pior que o obreiro diácono, ou o que seja, ainda insistiu em saber se ela estava bem espiritualmente. Minha irmã ficou muito triste com a “profecia”; mas infelizmente por mais que eu tente explicar que Deus não falaria assim, ela não me houve, nem a mim, nem ao mesmo esposo ao qual ela sempre teve por grande estima e respeito; mas depois que saímos de lá a palavra dele não tem mais nenhum valor.

Onde está o amor destes homens que entregam uma palavra tão dura para uma pessoa tão fragilíssima, sofrendo! Eu creio que este “varão” deve estar almejando algum cargo ou função e com a entrega de uma profecia assim. Vai que minha morre mesmo, ele poderia fazer propaganda da “obra” dizendo: o SINHO MOSTROU mas os sentimentos e as angustias que minha irmã ta passando deixa pra lá que importa é que o SOMOSTRO.”

O episódio recente

“Caro amigo e irmão em Cristo!

Tem mais uma pérola da ICM a respeito de minha irmã.

Dias atrás ela ligou pedindo que fossem levar a Ceia na sua casa, pois a enfermidade a impede de ir à igreja. Então o diácono ou pastor “cheio” de amor insistiu em que ela deveria ir na igreja (pois “a benção dela estaria lá”).

Com muita dificuldade ela foi. Com dores horríveis. Os ossos do quadril já estão necrosados devido à osteoporose em decorrência de medicação para Lupus. Enfim é uma situação muito complicada a saúde de minha irmã…

Mas voltando ao assunto, quando ela voltou da Ceia, foi logo para Pronto Socorro por causa das dores. Precisou tomar morfina etc…

Quando o responsável pela igreja soube, ligou para ela dizendo que ela deveria estar em pecado, pois “quem toma a Ceia indignamente toma para sua própria condenação” (segundo as palavras do varão “cheio de amor”).

Ela ficou desolada, chorou muito, achando que a culpa de estar enferma é dela. Eu tive muita dificuldade para conseguir convencê-la de que aquilo não era do Senhor e, sim, uma palavra do homem com falta de sabedoria.

O diácono foi até sua casa e continuou falando que ela deveria rever sua vida, pois quando alguém toma Ceia não vai para hospital etc…

Então ela comentou com seu filho sobre o assunto, que é jovem e tem diversas funções na igreja. Ele desculpou o irmão dizendo que o tal é muito simples etc… Enfim, não teve coragem de admitir que o diácono estava errado.

Eu creio, que a ICM tem que, no mínimo, rever este conceito de levantar homens tão despreparados para tratar com as ovelhas de JESUS.”

 O tempo passa…

Há aqueles formatados com a ideologia de Obraque exercem a autoridade eclesiástica delegada pelo chefe muito religioso; mas estão impedidos de realizar a “obra de Deus” (Jo.6.29) segundo as Escrituras, porque neles se cumpre a Escritura que diz  (Mc. 7.7): “E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens.” E não conseguindo curar as feridas das muitas ovelhas da casa mal-assombrada, não ficam livres de doentes crônicos, especialmente os terminais.

Infelizmente, quando não curam,  alguém chega espalhando a morte. TERRORISMO!

O comando é: ABSORVAM A OBRA! O formatado servo da Obraimagina o golpe de misericódia achando que Deus fala com dele. O ensino da Obra Maravilhosa é fácil: basta esperar pelas sessões diárias do culto profético ou dos Seminários da Obra e obedecer… obedecer… obedecer…

Porém, o que faz diferença é ESCUTAR o que a Palavra de Deus nos promete a cerca da cura e do perdão.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/10/se-alguem-chega-espalhando-a-morte-fuja/

igreja cristã maranata – Depois de tres meses livre da seita, eu pude ver a extensão da situação em q me meti nos sete anos em q frequentei aquele lugar.

A Paz de Cristo aos irmãos.
Depois de tres meses livre da seita, eu pude ver a extensão da situação em q me meti nos sete anos em q frequentei aquele lugar.
Como vivia enlvolvida com os trabalhos dessa seita, consequentemente me afastei da familia. Saia do trabalho direito pra igreja e só então voltava pra casa. Nos fins de semana, estava envolvida em encontros, seminarios, batismos, cultos, reuniões, ensaios do gl, enfim…apenas no ultimo ano é q passei a morar sozinha, mas mesmo assim, meu relacionamento com familia, parentes e amigos era praticamente nulo. Claro q ouvia reclamações de minha mãe, mas sempre falava q o q fazia era realizar a obra de Deus (era o q eu pensava).
Mas agora me dei conta do quanto estava fora de familia e amigos. Visitando minha tia (essa tia me apresentou ao evangelho e me levou pra igreja q estou hoje novamente), coisa q não fazia a tempos, ela comentou comigo sobre minha saida da ICM. Nós já tinhamos conversado no aniversario do meu pai, mas nesse dia, mais a vontade, ela me contou q minha mãe falava q minha vida agora era essa igreja e q nada mais existia no mundo. Minha tia falou q a cunhada dela, q dá aula de seitas e heresias na minha atual denominação (já assisti aula com ela) disse q eu estava numa seita terrivel e minha tia disse a ela q ia orar e eu ia sair de lá. Vale lembrar q minha mãe tb orou e disse q não ficaria nesse lugar. Graças a Deus q tive esse apoio espiritual, mesmo sem saber e hoje posso dizer q sou livre e minha luta agora é ver outros livres tb, vivendo a plenitude do evangelho da graça do Senhor Jesus.
Que Deus abençõe a todos.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/02/decididamente-nao-ficarei-no-ninho/#comment-15838

igreja cristã maranata – Superioridade Doutrinária: crêem que detêm “a revelação” e que os “pobres irmãos que não são da Obra” não a possuem e por isso estão em um nível inferior tanto na doutrina quanto no crescimento de vida

Metodologia Religiosa

1. Exclusivismo

Exclusivismo religioso é o sentimento nutrido por uma religião que prega ou que dá a entender que a vontade de Deus está presente exclusivamente em um grupo ou que um grupo pode deter, exclusivamente, a benção e o conhecimento mais evoluído do plano de Deus. O indivíduo seduzido por esse ensinamento acredita, no seu íntimo, que é melhor e mais abençoado que os outros cristãos, e é detentor de verdades mais elevadas, e da revelação mais plena do desejo de Deus para o Seu povo. Uma pessoa exclusivista é facilmente reconhecida pela sua tendência de querer ensinar sempre,  dar sempre, mas nunca receber, já que os demais cristãos estão em um nível inferior de conhecimento e não podem, por isso, trazer-lhe a “nova luz”, “a revelação”. O exclusivista não sabe o que significa comunhão, não sabe ouvir, não consegue ver nada de aprovável nos demais grupos. Ele se fecha em si mesmo e no seu grupo. Não consegue participar de nenhuma atividade promovida pelos demais grupos. Quando fala dos outros, sempre usa o tom professoral, crítico ou mesmo de misericórdia com os fracos na fé, exalando o ar de superior. Normalmente, os exclusivistas são pessoas soberbas, altivas e distantes. São conhecedores superficiais da Palavra de Deus, pois costumam basear sua convicção mais em “revelações” e interpretações próprias da Bíblia.

Na Maranata, o exclusivismo foi gradativamente desenvolvendo-se entre os fundadores e os membros à medida que o ensino sobre a sua fundação miraculosa foi sendo repetidamente reforçado durante os anos e à proporção que iam surgindo novas práticas e costumes doutrinários, vendidos à massa como “revelados pelo Senhor”. Em razão disso tudo, os membros, em sua ignorância, passaram a expressar a altivez e pretensão do exclusivismo religioso ao referir-se à sua igreja como “a Obra”. O exclusivismo da Maranata se evidencia em três pontos:

a) Superioridade Organizacional: Acreditam que a fórmula particular de administração e litúrgica da Instituição é a verdadeira, e não aceita as das demais igrejas simplesmente porque são diferentes ou, do ponto de vista deles, não são tão espirituais. A aversão ao ritualismo religioso dos outros, por fim criou-se o ritualismo próprio, igualmente sectário, frio e impessoal, dada a “superioridade espiritual” do grupo;

b) Superioridade Espiritual: Acham que são mais espirituais que os demais irmãos. Nutrem o sentimento bipolarizado na comunhão e tratamento com o próximo, criando inconscientemente dois grupos distintos: o primeiro formado por eles, os da “Obra” e o segundo, formado pelo demais cristãos, os da “religião”. Designam os demais cristãos com pronomes e adjetivos pejorativos e esnobes. Tal sentimento faccioso na maioria das vezes é involuntário devido ao instinto exclusivista que lhe fora emulado dentro desta atmosfera. Tal superioridade apenas semeia discórdia e aniquila a sabedoria e o conhecimento, levando o grupo para as trevas da ignorância;

c) Superioridade Doutrinária: crêem que detêm “a revelação” e que os “pobres irmãos que não são da Obra” não a possuem e por isso estão em um nível inferior tanto na doutrina quanto no crescimento de vida, revelando apenas o engano do “falso crescimento” e do pecado de presunção.

1.1. Idolatrismo

A Idolatria significa adoração de ídolos, amor excessivo. Os ídolos são representações de uma divindade, objetos de paixão, veneração e de amor. A Igreja Maranata, em razão de seu exclusivismo, desembocou na criação de um ídolo, não concreto, mas abstrato. Esse ídolo, na verdade, é um Egrégoro, que é uma entidade criada a partir do espírito coletivo pertencente a uma assembléia específica, gerada pelo sistema de conceitos, valores, assim como pelas energias emocionais e mentais de várias pessoas convergidas no sistema. O sistema religioso gerou o egrégoro denominado de “Obra”. Esse ídolo se manifesta através do Presbitério e, por consequência, mediante aqueles que têm mais influência na igreja local, e, através deles, todas as suas ações da “Obra” convergem para a preservação e propagação de seu nome, imagem, sistema e interesses.

Por conta do exclusivismo, do isolacionismo, dos mantras, jargões e estereótipos do sistema, este ídolo se fortaleceu e inundou a mente dos adeptos da Maranata com paixão ao ídolo “Obra”. Ele não tem compaixão, vive para sua própria sobrevivência, pois sua vitalidade é formada pela mentalidade do sistema arraigada no coração apaixonado dos membros, tornando-o totalmente dependente do seu cultivo nos corações dos membros. Dada ao entusiasmo, ou mesmo pelo estado de êxtase causado pelo envolvimento na atmosfera do sistema, os membros fazem tudo para a satisfação “dessa Obra”, louvam-na como “Maravilhosa”, “Revelada” e “Gloriosa”, ovacionam-na como “Única” e “Perfeita”, proclamam-na como “Forma de Vida” e, por fim, conclamam todos os membros, em espírito de incitação e bravura, a sempre enaltecê-la e adorá-la – “Amamos essa Obra” como o fundamento e meio imprescindível para a espiritualidade e salvação deles.

A pessoa de Cristo, enquanto isso, é jeitosamente relativizada como fundamento de suas vidas. Embora ensinem e falem sobre o valor da pessoa do Senhor, a verdade é que, na prática, tornaram-no, como mero meio de se achegar àquilo que é fundamental para os membros – “A Obra”. A “Obra”, então, com o tempo, se tornou alcunha do sistema religioso da Maranata ou mesmo uma associação direta à Instituição. Espontaneamente, os fiéis não se referem a sua igreja pela denominação (Igreja Maranata), senão sempre como “a Obra” (“Igrejas da Obra”“louvores da Obra”“Só a Obra tem doutrinas reveladas”“Apenas a Obra conhece o segredo do clamor pelo sangue”“Não existe Obra como essa” , “Para onde iremos nós, se só na Obra há palavras de vida eterna?”, “Quem for fiel e valente, virá para a Obra” etc.), evidenciando, assim, o sentimento elitista, eugênico, exclusivista, por que não dizer, idólatra, que permeia em seus corações.

Ainda que os membros se justifiquem, constrangidos, que a “Obra”, na verdade, é um projeto de Deus irretocável, na vida do homem ou que ela existe em outros lugares, na prática mesmo, esse projeto se expressa e se traduz, em sua total plenitude, tão-somente naquilo que a própria liderança da Maranata diz o que vem a ser “Obra” – a saber, o próprio sistema religioso da Maranata, naquilo que exatamente ela tem e pratica como usos, costumes, dogmas particulares, ao qual chamam de “O Projeto” [da Igreja Fiel].

Para essa particular teologia, a “Obra do Espírito Santo” é todo o aparato de dogmas e costumes da Maranata, assim como tudo aquilo que é projetado ou “revelado” ao seleto grupo chamado Presbitério e sob a sanção final do “Presidente”. Cinicamente, reconhece-se como “Obra” a igreja que, não necessariamente tenha o nome “Igreja Maranata”, mas que seja uma cópia idêntica a ela em todos os seus dogmas, usos e costumes e ritualismo de culto, mas, acima de tudo, que seja subordinada ao governo do Presbitério da Igreja Maranata, o que, na verdade, só é a própria Maranata mesmo. Tanto que, no subconsciente deles, criticar as práticas da Maranata seria mesma coisa que “falar mal” da “Obra do Espírito Santo”; ao passo que criticar práticas de outra Denominação qualquer, não seria falar mal da “Obra do Espírito Santo”. Fala-se muito, enfatiza-se muito esse nome “Obra”, até mesmo mais do que o nome de Jesus.

A “Obra”, portanto, é a própria Igreja Maranata enquanto sistema religioso (patrimônios, dogmas, horários, usos e costumes), que é reputada como a mais exata, evoluída e fiel representação material da própria “Obra do Espírito Santo”, acredita-se. Inclusive, pelo fato da Maranata ser fundada no Estado de nome “Espírito Santo”, oportunamente, ensina-se que não foi por acaso tal local, mas sim como uma proposital operação profeticamente divina. Ressalte-se, outrossim, que o nome “Obra”, pela Maranata, é escrito como substantivo próprio (“o” maiúsculo), como que fosse uma divindade, como uma quarta pessoa da Trindade – Pai, Filho, Espírito Santo e a “Obra”. O nome “Obra” ganhou o lugar do nome, sobre todo o nome, Jesus Cristo; por isso é ovacionado e proclamado entre os membros como recurso fundamental da fé, da comunhão e da salvação; e Jesus Cristo, torna-se, na prática, apenas um acessório importante para caminhar, se achegar e servir à “Obra”. Afinal, já se diz que “a Obra é Filho Único” e “o veículo para Eternidade”.

2.2. Proselitismo

Proselitismo é o nome dado ao empenho ativo de uma religião por novos fiéis, mas, hoje, é usado com conotação negativa, para descrever a suposta agressividade de uma igreja em arrebanhar fiéis de igrejas concorrentes. Em razão de ruminar o sentimento do exclusivismo, em se achar a mais avançada na espiritualidade, A Igreja Maranata objetiva que os cristãos de outras igrejas façam parte de sua comunidade e se convertam a eles. Este tipo de “evangelismo” é suscitado mensalmente, em especial nos meses destinados a certas categorias sociais, quais sejam: “mês dos vizinhos”, “mês das crianças”, “mês dos universitários”, “mês dos familiares”, “mês dos colegas de trabalho” e, claro, o “mês das autoridades do governo”, às quais é dada bastante ênfase e tratamento diferenciado em relação aos demais. A esta categoria de pessoas, em especial, é dada a prerrogativa de ser convidada, no fim dos cultos, a se fazer presente à frente da congregação para ser apresentada. Destaca-se, ainda, o mês de outubro, quando geralmente realizam-se eventos chamados de “Grande Evangelização”, em comemoração ao “aniversário da Obra” – fundação da Igreja Maranata.

Não se faz genuinamente o evangelismo bíblico em sua acepção mais pura possível, qual seja, a apresentação do Evangelho de Jesus a todos, e, acima de tudo, aos necessitados e rejeitados pela sociedade, como patrocinando missões em locais inacessíveis do Brasil e do mundo; mas sim, um ato de arrebanhar pessoas, necessariamente, para a sua Instituição, muitas vezes de outras Denominações ou devidamente selecionadas, escolhidas a dedo, previamente analisadas em seus atributos exteriores e como cidadãos, a saber, pessoas portadoras de atributos sociais e politicamente aceitáveis. Para tanto, nota-se que, a fim convencê-los, lança-se mão de muita propaganda de supostas virtudes e diferenças da Maranata em relação às outras igrejas. Até porque, como a liderança ensina que a Maranata é a detentora da plenitude real e verdadeira ou a expressão mais avançada/evoluída da “Obra do Espírito Santo”, motiva, portanto, seus membros “a pescarem nos aquários dos outros” com o fim de libertarem as pessoas do “cristianismo falido” ou da “religião”.

Há uma generalização maldosa sobre todas as igrejas. Convidam evangélicos e inclusive pastores de outras Denominações para lhes visitarem – alimentando, intimamente, a indiferença à fé alheia – mas, contraditoriamente, proíbe-se radicalmente que seus membros aceitem convites de outros grupos ou mesmo comunguem espiritualmente com outras pessoas cristãs que não sejam membros da Maranata, em função da sua superioridade e, claro, inferioridade espiritual dos outros – acredita-se.

3. Sectarismo

Sectarismo religioso foi naturalmente sendo cultivado à proporção que o culto à Instituição e a convicção às suas “verdades” foi se concretizando na mente da liderança e, por conseguinte, na dos membros, definindo-lhes uma visão estreita, intolerante ou intransigente à fé e à espiritualidade cristã das pessoas de fora da Maranata. A liderança doutrina a massa a uma visão proselitista das verdades que pregam, na defesa ferrenha de seus ideais, fechando-se a qualquer diálogo. O sistema da Maranata proíbe taxativamente que membros engajados à Instituição não se relacionem espiritual ou sentimentalmente, sob hipótese nenhuma, com pessoas de outras igrejas ou até mesmo cultivem amizades. Sendo assim, visitas a outras igrejas é terminantemente proibido, por mais que tais grupos apresentem seriedade e compromisso com Deus. Até mesmo reuniões informais de cunho espiritual, como estudos bíblicos ou orações, também a liderança coíbe veementemente, caso tome ciência.

A liderança priva jovens de envolver-se amorosamente com outros cristãos, a ponto de intervir para o cancelamento de namoros – sob o pretexto de “revelação do Senhor” -, mesmo que o casal esteja no nobre intento de visar casamento. É ensinado que se deve buscar namoro e casamento só com servos dessa Obra”, ou seja, entre os membros da Maranata; sob pena do “desobediente” ser excluído da Instituição, taxado como “enfermo espiritual”, ou, quando menos, ter suas funções eclesiásticas cassadas e sua pessoa discriminada deliberadamente pelos membros, por orientação da liderança. Nesse caso em especial, só tolerável tal relacionamento, se, e somente se, o membro arrebatar, em imediato, para a Maranata o crente da outra Denominação e nela congregar satisfatoriamente aos olhos da liderança. Em função dessa política partidarista, percebe-se que na Maranata há uma enormidade de jovens solteiros, sobretudo mulheres, porque não podem relacionar-se com cristãos, mesmo que sérios espiritualmente, de outras Instituições religiosas, destinado as tais um futuro solitário e sem constituição familiar.

Até mesmo aceitar convites ou comparecer descompromissadamente a casamentos, funerais, ordenação de ministério, batismo de familiares e amigos, enfim a eventos de outras Denominações é taxativamente proibido aos membros. Qualquer expressão de confraria com membros de outras igrejas cristãs é inadmissível. Esse sentimento faccioso é suscitado em razão de se considerarem espiritualmente superiores ou mais evoluídos em relação aos demais cristãos, os quais são reputados como pessoas débeis espiritualmente, pois desconhecem os “segredos da doutrina revelada” ou “não alcançaram a revelação” ; de modo que os adeptos da Maranata não podem se misturar ou congregar com pessoas da religião para não se contaminarem ou fazerem a mescla”, senão comprometerá a sua vida espiritual – como se apregoa.

Na verdade, por trás dessa política do sectarismo, a liderança tende a isolar seus membros do contato sócio-espiritual com o fito de assegurar e reter a fidelidade de seus membros à Instituição, impedindo assim possíveis dissidências quando eles forem confrontados em suas “verdades” mediante os ensinos das outras Denominações, fechando-lhes o raciocínio e alimentando-lhes à alienação com aquilo que eles vivem e lhes fora ensinado como “revelação” ou verdade inquestionável. Segundo a teologia da Maranata, em alusão aos judeus e gentios, a sua “parentela” não pode ser misturada.

3.1. Intolerância Religiosa

Intolerância Religiosa ou Xenofobia Religiosa é extremamente radical. Considera-se que absolutamente todas as demais Instituições religiosas estão contaminadas com pelo menos uma ou mais daquilo que eles atestam como “As Sete Pragas”: 1 – Governo Humano; 2 – Destaque Pessoal; 3 – Fama e Projeção; 4 – União com a Política; 5 – Materialismo; 6 – Falta de Corpo; 7 – Falta de Sabedoria. Irremediavelmente, acredita-se que todas as expressões e agremiações cristãs, com exceção da Maranata, estão acometidas com tais pragas, motivo pelo qual as define, sediciosamente, como TradiçãoMescla e Movimentos, ou, genericamente, como a “Religião”.

Quando isolados, convenientemente, rotulam os membros das demais Denominações de primosamalequitas,bodesfilhos de Baalreligiososletristassem-revelaçãosem-obrafora-do-projeto etc. Apregoa-se que se associar com qualquer um que professe uma fé cristã que não esteja sob o domínio das práticas doutrinárias emanadas do Presbitério da Maranata seria praticar o próprio Ecumenismo, nessa visão estreita, particular e intransigente. Em pregações de autodefesa, pelas críticas que estar a sofrer, a liderança, cinicamente, tende a afirmar que em algumas outras Instituições também “têm Obra”; muito embora, de modo muito contraditório, não se afirma quais sejam, e tampouco se permite que seus membros visitem, comunguem, confraternizem ou se envolvam com membros de outras igrejas cristãs que supostamente dizem “ter Obra”.

4. Legalismo

O Legalismo religioso é todo o sistema, regras, expectativas ou regulamentos que condiciona o crescimento espiritual ou santificação da alma à obediência restrita a usos e costumes, fazendo com que o crente passe a alimentar, em sua consciência, a noção de que o compromisso de uma vida sacra e, consequentemente, a aquisição de bênçãos e, para alguns, até a salvação, estão inerentemente dependentes do esforço humano para agradar a Deus, como fosse uma recompensa divina. Muito embora as Escrituras afirmem que uma vida de santificação é através de uma relação íntima e fraterna com Deus, enveredando-se pelos princípios da justiça, da verdade e da bondade e que as bênçãos decorrem da fé e da livre vontade divina, então, ignorando tais ensinos em razão da “bitola” do legalismo religioso adotado, os adeptos são formatados a compreender que ao se ataviarem de indumentárias específicas e obedecer hermeticamente a protocolos pré-determinados, dessa forma, estariam sendo justificados e apreciados por Deus, inclusive, discriminados superiormente daqueles que não abraçam a tais praxes exteriores. O legalismo é, portanto, o meio humano de tentar através da obediência de regras de homens, ser aceito e amado por Deus, anulando a Graça-Sacrifício de Jesus.

Na Maranata, seu sistema teológico alberga o legalismo religioso em sua mais acentuada e radical visão, pois é imposto aos adeptos um zelo extremo e nervoso aos ritos e costumes estabelecidos pelo Presbitério. O governo se preocupa com os mais delicados e minuciosos detalhes que estejam sob o alcance de seus olhos, na pretensão de ostentar esse sentimento de espiritualidade superior. Açula-se os adeptos a herculeamente cultivarem um zelo ofegante aoRitualismo­ – a prática rigorosa de rituais e cerimônias religiosas no intento de obedecer a costumes tradicionais da Instituição com os quais se mantêm a aparência de “espiritualidade”, na crença de que, por meio de uma reverência e fidelidade copiosa aos seus pormenores, a atuação de Deus está satisfatoriamente condicionada a tal aplicação. Por mais rudimentares, tradicionais e seculares que sejam, cada uso e costume da Maranata são reverenciados como “revelados pelo Senhor” – agravando mais ainda a “bitola” da consciência culpada dos membros, em um frenesi religioso de cumprir, impulsivamente, particulares “mandamentos” para se tornarem ou permanecerem “santos”.

A liderança desenvolve uma tensão angustiante nos adeptos a se preocuparem com uma pontualidade neurótica de horários, a adotar rigorosamente indumentárias específicas, ao engessamento de proferir somente determinadas frases e palavras, a expressar tão-só certos atos e gestos em púlpitos, a se preocupar com os milímetros das posições da mobília, o tamanho do obrigatório arranjo de flores e toalhas dos púlpitos, enfim, sempre em sede de demonstração de espiritualidade. Os usos e costumes estão sob o patrulhamento e controle de um pastor e de olhares policiais dos “zelosos” componentes do “Grupo de Intercessão”. Todos os conformes devem ser rigorosamente cumpridos em demonstração de amor e fidelidade à “herança” que Deus supostamente deu à “Obra”.

Além disso, dada a idéia de que o crente passa a ser espiritualmente admirado por Deus e evoluído em santidade, à medida de sua obediência e fidelidade a usos e costumes, naturalmente, desenvolve-se no legalista a ânsia de obedecer cada vez mais aos mínimos detalhes estabelecidos pela Instituição, nascendo em seu coração um sentimento que não é legítimo, na busca de méritos com Deus visando vantagens, privilégios e benefícios perante os demais crentes, a título de autopromoção pessoal e exibicionismo religioso.  Logo, fatalmente, cria-se no adepto do legalismo, a sensação altiva de que não pertence à camada comum de cristãos, mas que pertence a uma classe acima, entre a elite dos justos de Deus – o adepto legalista passa a convencer a si mesmo que é muito justo em comparação aos demais, brotando em si o pecado da soberba religiosa.  O adepto do legalismo põe as regras acima de Deus e das necessidades humanas. Isto é, nessa beatice de canalizar-se na escrupulosa obediência a minuciosos praxes exteriores e preceitos institucionais, negligencia-se os fundamentos mais importantes, os verdadeiros valores cristãos, as necessidades do próximo, de si mesmo, os frutos do Espírito e o objetivo do Evangelho.

6. Escravismo

Escravismo é induzido por doutrinação para que a Maranata, na prática, assuma direitos de propriedade sobre as escolhas e deveres do adepto, ao qual é imposta tal condição por meio da força, não física, mas difundida por chantagens emocionais e terrorismos espirituais (juízos divinos, promessas de ações diabólicas ou bênçãos de Deus condicionadas a tais atividades) a fim de que se submetam a uma severa rotina diária de atividades eclesiásticas. Os adeptos são praticamente tratados como mercadorias do sistema. As estimas fraternais e espirituais para com os adeptos variam conforme as suas condições de obediência e de utilidade ao sistema, logo, incutindo a culpa no adepto para se redobrar cada vez mais nas múltiplas atividades e horários da Maranata. O pastor da igreja local, como proprietário fosse das pessoas, pode permutá-las, remanejá-las, removê-las para outras igrejas da Maranata que estão sob seu “ministério”, de acordo com suas perspectivas, opiniões, conveniências e caprichos, sem ao menos ouvir previamente o desejo do adepto, sem que ele possa exercer qualquer direito e objeção pessoal. O pastor, para tanto, sempre sob o pretexto de agir segundo “revelação divina” e para edificação espiritual do adepto, ignora as circunstâncias como distância, família, emprego da ovelha.

A manutenção, ordenação e higienização patrimonial da Instituição são realizadas por trabalhos voluntários, salvos alguns raros casos em especial. Os adeptos são doutrinados a executarem uma jornada de tarefas diárias esgotantes e sufocantes sob o pretexto de estarem “fazendo a Obra do Senhor”, de tal maneira que, enquanto executam as tarefas “para Obra”, Deus estaria resolvendo os demais problemas da vida do ocupado adepto, isto é, cuidando do cônjuge, educando os filhos e concedendo bênçãos na vida estudantil e profissional. Em sede de atividades eclesiásticas, os componentes do “Grupo de Louvor” são submetidos ao rigor de dois ou três ensaios semanais, com freqüência obrigatória. Ungidos, diáconos, obreiros, senhoras de frente, professoras de crianças, devem comparecer, severamente, aos cultos diários, salvo se previamente avisarem a seu superior hierárquico ou diretamente ao pastor do motivo da ausência; porém, a depender da justificativa e do número das dívidas com “a Obra” (sistema religioso), pode, segundo o julgamento do pastor, gerar sanções ao membro.

Pastores, a seu turno, possuem a prerrogativa de ir quando, como e na hora em que quiser aos cultos e demais tarefas, sempre delegando suas funções a ungidos, diáconos ou obreiros. Ressalte-se ainda que todos os feriados e fins de semana são destinados a seminários, ou a mutirões de limpeza, ou a reuniões, ou a encontros de igrejas nas chácaras da Maranata (os “maanains”) – sem contar, nos demais dias da semana, os três cultos diários – cultos da madrugada, culto de meio-dia e culto (convencional).

fonte: http://obramaranata.wordpress.com/535-2/