maranata – eu presenciei o caso de um adultério de um meia-sola destruir o lar dele e o de um diacono. O diacono chorava copiosamente todos os dias. Foi uma tragedia! Herança maldita!

Alandati,

eu presenciei o caso de um adultério de um meia-sola destruir o lar dele e o de um diacono. O diacono chorava copiosamente todos os dias. Foi uma tragedia!

Eu sei q isso pode acontecer com qualquer um, mas na icm-obra o professor de seminário ensina aos obreiros a deixar mulher e filhos pra trás nos finais de semana e feriados (sem falar nos cultos durante a semana, quando o obreiro tem q estar na igreja todas as noites, sem hora pra voltar pra casa). Os compromissos da icm estão acima dos compromissos familiares – pois assim fomos ensinados em todos os seminários, encontros e reuniões da icm.

Alguns desses obreiros chegam a dar a vida para agradar os meia-solas. Se tornam motoristas particulares, porteiros e zeladores das unidades locais. Correm de um lado pro outro cumprindo ordens, e, fazem de tudo pela obra-icm, sem medir esforços. Mas em casa…. os filhos ficam órfãos de pai e as esposas se tornam viuvas de maridos (vivos) – quanto maior a posição hierarquia eclesiástica do marido na icm, maior a sua solicitação no “projeto” e maior a sua ausência dentro de casa.

Deixar a esposa sozinha em casa cuidando dos afazeres domésticos e dos filhos, enquanto o marido cuida da obra revelada do sinho, se tornou um exemplo esdrúxulo de obra como forma de vida para muitos obreiros.

O ensino nos seminarios fica claro na mente do icemita formatado: quanto mais se abandona o lar, mais espiritual se torna o obreiro e maior a chance de subir nas cobiçadas posições da hierarquia das organizações maranata (inclusive com direito a emprego dado por políticos eleitos pelos maranatas). E mais, quanto menos a esposa atrapalhar a ascensão hierárquica do marido, melhor o exemplo de esposa modelo, serva do sinho.

Herança maldita!

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/03/opiniao-seminarios-da-obra/#comment-16284

igreja cristã maranata – uma obra que quem manda é o sinhor homem (GG), os diáconos não passam de meros “capitães do mato”, os dons ( ou são inventados ou são do diabo)

A paz do Senhor Jesus!

Uma amiga minha de infância que foi da icm e hoje é batista, me informou que no seminário batista do sul ( RJ) onde ela estuda teologia, na matéria seitas e heresias, a maranata esta´incluída como seita, não só por causa de ensinamentos errados, mas o foco principal, é porque não há demosntração de gastos, o dinheiro fica centralizado nas mãos de poucos, e as congregações ficam fora de qualquer decisão administrativa.

Pois é, igreja séria tem demostração de gastos, tem assembléia administrativa entre os membros, onde se lava a roupa suja! Tem que ser assim!

E vocês icemitas que ainda insistem em ficar neste lugar, até quando vão permanecer hipnotizados pelo deus “obra”? Não sejam meninos, medrosos, covardes, porque quem se cala, concorda com o erro. Pensem nisso por favor!

Fico feliz em saber que denominações sérias, seminários conceituados, estão mostrando a verdadeira maranata; uma obra que quem manda é o sinhor homem (GG), os diáconos não passam de meros “capitães do mato”, os dons ( ou são inventados ou são do diabo), e a membresia, se o CV me permite dizer uma coisa…. comem arroz e feijão e arrota ….CAVIAR!

Um abraço a todos, e Eurípia, cadê voce???

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/06/discriminacao-e-preconceitos/#comment-15804

maranata – não tínhamos mesmo outra vida além daquela. Isso, aliado ao fortíssimo terrorismo espiritual, fazia com que tivéssemos medo de sair dali, isso mesmo, medo.

Amados irmãos, me converti com 30 anos por meio das orações de um amigo querido e me decidi pelo Senhor antes mesmo de conhecer qualquer outra igreja evangélica. Como ele congregava na ICM, nada mais natural que me convidar para frequentar aquela igreja. Lá permaneci junto com minha família crendo de toda a minha alma que ali tudo era revelado por Deus e que a opinião humana não tinha a menor relevância.

Fui obreiro, diácono, fiz todos os seminários e a fome de conhecer e viver o evangelho não arrefecia. Como diácono conheci um pastor que amei como a um irmão de sangue mais velho, apesar de ser uma pessoa contestada eu o considerava muito espiritual e ele sempre tinha algo a me ensinar, tempos maravilhosos. Conheci e vivi ao lado de pessoas altruístas e dedicadas, a vida na igreja era leve e agradável a convivência com os irmãos.

Aí fui ungido e as coisas começaram a mudar, pois as exigências aumentaram sobremaneira e cheguei até mesmo a ser ameaçado por um pastor em certa ocasião, estranhei, mas segui em frente. Pouco tempo depois fui ordenado e aí as coisas efetivamente começmudaram. As reuniões se intensificaram, era responsável por igrejas sempre muito distantes de casa, as atividades e cobranças começaram a ficar insuportáveis e aí vieram as grandes evangelizações, onde nos reuníamos, trabalhávamos incessantemente, fazíamos tudo conforme o “modelo mostrado no monte”, mas estranhamente as vidas não permaneciam. Então o PES nos culpava por tudo que dava errado.

Foi então que conheci a “política eclesiástica”, onde percebi que muitos ali estavam interessados apenas em poder. E um homem que diz falar as coisas de Deus, convenhamos, se torna muito poderoso, não acham?

A roda viva se intensificou ainda mais, pois era orientação atrás de orientação, cada pequeno detalhe era orientação e muitas delas contrariavam ou nada tinham a ver com a doutrina bíblica. Como pastor era obrigado e me meter em assuntos até mesmo pessoais das ovelhas, tais como com quem namorar etc. Eu já não tinha nenhum momento em família, era “obra” o tempo todo.

Presenciei uma reunião, pasmem, em que o pastor responsável por minha área falou por 40 minutos se uma determinada irmã poderia ou não usar a calça chamada de leg para atividade física. Algo inimaginável se pensarmos que estávamos ali para um propósito maior e na verdade estávamos falando mal de ovelhas por questões relacionadas a usos e costumes. Poderia falar muito mais sobre isso, mas aí seriam páginas e páginas.

Passei a entender algumas questões.
1º A ICM não é a Obra do Espírito, muito ao contrário, é uma igreja como outra qualquer, mas Obra do Espírito é algo muito maior que a instituição, infinitamente maior.

2º É um grave erro imaginar que nossa primeira prioridade deva ser a ICM ou qualquer outra igreja, nossa prioridade sempre será Deus, Jesus e o Espírito Santo. Depois deve ser nossa família, que é a primeira igreja de todos nós e depois podemos pensar na igreja como instituição.

3º Entendi o porquê do incentivo constante (em forma de desdém) do presidente da ICM no sentido de que nenhum dos integrantes daquela igreja fizesse curso de teologia ou lesse algo que não fosse a bíblia. Isso seria um privilégio da classe dirigente da ICM apenas e aí achávamos que todos os ensinos eram revelados por Deus diretamente. Muito inteligente.

4º Cultos todos os dias, reuniões o tempo todo, seminários, trabalho voluntário onde o máximo que conseguíamos era uma palavra dura de desaprovação. Com isso não tínhamos mesmo outra vida além daquela. Isso, aliado ao fortíssimo terrorismo espiritual, fazia com que tivéssemos medo de sair dali, isso mesmo, medo. O presidente sempre fazia questão de falar mal da “religião” (entenda-se por religião todas as igrejas que não fossem a ICM) e eu acreditava que não havia mesmo outra opção que não a ICM. Sair para onde? Iríamos perder todos os nossos amigos, afinal de contas quem saísse era imediatamente difamado, alvo de reuniões em Maanains e cartas que deviam ser lidas nas igrejas etc. Ataques pessoais gratuitos e maldosos.

5º Hoje posso afirmar com tranquilidade que Deus me tirou com mão forte de lá e que há vida sim depois da ICM, e muita vida, sabe por quê? Porque quando perdemos a segurança da instituição começamos a vivenciar a segurança nas mãos do Senhor e aí somos seguramente direcionados segundo a sua vontade e não segundo a vontade do homem dizendo que é em nome de Deus. Confesso aos amados irmãos que estou vivendo meu momento espiritual mais rico agora, pois perdi completamente o controle de minha vida e ela está muito segura nas mãos do meu precioso guia, o Espírito Santo. E, meus irmãos, como cada um já deve saber, estou em ótimas mãos, pois Ele não falha, não erra e é um querido amigo de todas as horas, em especial as mais difíceis.

Por isso, amados irmãos, confiem no Espírito Santo, Ele vai guiar a cada um dentro do propósito de Deus, aprendam a viver na insegurança da ausência da instituição e a viver na segurança do Espírito. Em breve Ele mostrará onde devem congregar. Não se apeguem a um lugar que se alimenta da insegurança das pessoas, que tenta moldar a todos dentro de um critério humano, onde mulheres que usam saias são convertidas e as que usam calças são desacertadas ainda carentes de uma bênção de conversão. Não tenham medo do que virá, certamente as maiores experiências estão adiante, experiências de dependência genuína, de busca profunda, de ensinamentos maravilhosos e constantes. Este, podem estar certos, não é um privilégio apenas meu, é de todos nós, servos do Deus vivo. Em pouco tempo o Espírito os direcionará onde devem congregar e, devo alertar a todos, sempre haverá uma possibilidade de comparação, de saudade de determinadas coisas, mas não se importem com isso, ajam como Calebe e Josué e tomem posse da terra com ânimo forte. Cuidem de suas famílias, busquem ao Senhor e a direção do Espírito Santo com afinco e fé, amem até mesmo aqueles que os difamam, pois verdadeiramente não sabem o que fazem, pelo menos não todos eles.

Que Deus abençoe a todos ricamente e o Espírito Santo de Deus seja abundante em seus corações para que a vida do Senhor Jesus seja glorificada em suas vidas.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/05/apaixonei-me-pela-obra-e-agora/