maranata – Para que eu quero uma oração dessas? Que Deus é esse que se serve na maranata? Onde está a fé? E que evangelho é esse? Era isso que Jesus dizia para alguém que o procurasse?

ORAÇÃ INUSITADA II

Certa vez eu estava sentindo muita dor. Coisa muito comum em uma pessoa com deficiência motora mas dessa vez a dor insistia por muitos dias, interferindo no meu humor e desempenho profissional.

Após o culto resolvi pedir oração ao pastor. Claro que a gente faz esse pedido cheia de esperança. Vejam o que o pastor me falou:

“Eu vou orar por você para que você aceite a viver assim, que você saiba conviver com esse problema porque ele não tem jeito.”

Irmãos, eu fui tão bobinha que deixei ele orar assim mesmo.

Eu pergunto: Para que eu quero uma oração dessas? Que Deus é esse que se serve na maranata?
Onde está a fé? E que evangelho é esse? Era isso que Jesus dizia para alguém que o procurasse?

Agora vou fazer a mesma pergunta que o Gedelti fazia gritando no púlpito do Maanaim:

É ESSE EVANGELHO QUE VOCÊS QUEREM?

Amados que leem esse Blog, estou lendo o livro indicado pelo CV, “Curai enfermos e expulsai demônios” e digo a vocês que é muito bom que todos nós que estamos no libertando do jugo maranático o leiam também.

É um livro muito esclarecedor e fala sobre o Evangelho poderroso e puro de Jesus que veio para nos salvar mas TAMBÉM curar. Pastores, especialmente, precisam ler e praticar o que é ministrado nos capítulos deste livro.

Jesus não diz para nenhum enfermo se conformar com a dor. Ele curava a todos e comissionou seus discípulos a fazerem o mesmo: “curar os enfermos e expulsar os demônios”.

Aliás, certa vez o demônio entrou na minha “unidade local” e ninguém teve autoridade para expulsá-lo. Não será porque Jesus estava ausente? Ou será porque a obra!, obra!, obra!, realmente não tem poder nenhum?

É ESSE EVANGELHO QUE VOCÊS QUEREM?

A paz do Senhor Jesus a todos.

Eurípia Inês (nesses dias em Vitória-ES).

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/06/discriminacao-e-preconceitos/#comment-14588

maranata – estamos vivendo um momento muito delicado, os comentarios são semelhantis, não falamos mentiras, é real, fomos enganados, ou nos deixamos enganar?

A paz do SENHOR Jesus Cristo a todos os meus amados irmãos.

O preconceito visto no mundo até certo ponto é aceitável, mas não quando se trata de pessoas que se consideram irmãos, ligados pelo sangue de Jesus o qual é a comunhão intimidade diária como uma grande família. Bem. Vamos ao assunto em questão.

Eu presencie alguns anos atraz situação parecida com minha sogra ela sofria de insufissiêcia renal crônica e recém convertida, liberta da idolatria que vivia, entregou-se ao nosso SALVADOR,e logo foi ao Seminário. queria receber uma BENÇÃO, além dessa enfermidade ela não escutava bem, saimos do interior para Manain de PE. Não é muito distante, mas para uma pessoa com esses problemas chega a cansar-se.

infelizmente ela passou mal, a pressão dela subiu muito e fomos pra enfermaria, ela foi atendida por uma médica que logo nos perguntou: o que essa mulher está fazendo aqui? além de ser doente dos rins, não ouve nada… Fiquei decepcionada e respondi pra ela que ela tinha ido buscar uma benção, como ela tambem estava ali pra receber a dela.

Como nos enganamos, achando que tudo é uma benção, as pessoas são uma benção, a obra é uma benção, os Manains, as bancas, as telhas….e tudo que é relacionado a obra!!!!!!!

Ainda estou no ninho. Minha sogra recebeu a sua benção ha cinco anos. O Senhor a CHAMOU. Eu meu esposo e cinco filhos (um jovem, um adolescente e três crianças) estamos não sei até quando, pois eu e meu esposo nos preucupamos com eles. para onde ir?

estamos vivendo um momento muito delicado, os comentarios são semelhantis, não falamos mentiras, é real, fomos enganados, ou nos deixamos enganar? essa pergunta nos fazemos constantimente. Se formos falar tudo, o espaço ainda é pequeno, o tempo é pouco, enfim fica para depois. QUE O NOSSO DEUS E PAI,TENHA MISERICÓRDIA DE TODOS OS SEUS FILHOS,inclusive de mim e minha familia.

CV, obrigada pela oportunidade e liberdade que temos de falar o que sentimos neste BLOG QUÉ É UMA BENÇAO. A paz do senhor a todos.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/06/discriminacao-e-preconceitos/#comment-13035

maranata – Agora é que percebo que não somos bem vindos. Claro! A “obra” é “perfeita” e nós… Só que se esquecem que O PERFEITO nos ama imperfeitos.

Irmãos,
quero agradecer a todos pelos comentários de apoio e consolo.

Como falei, vou a cada dia postando partes da minha história de discriminação e preconceito vividos na Maranata já que o artigo trata exclusivamente desse assunto e o CV recomenda que observemos o foco.

Como foram quase 20 anos então, só o problema de estacionamento da para escrever um livro.
Vou começar do maanaim que não tem muita estrutura e eu compreendia isso e não fazia nenhuma exigência mesmo tendo direito. O que eu pedia era para colocar meu carro mais perto da pista porque o estacionamento era no meio do mato. Os responsáveis, sempre de peito estufado diziam: ” A orientação do sinhô é a ordem de chegada”.
Eu explicava para ele que tinha dificuldade para andar no mato e usava muletas mas ele não se sensibilizava. Assim, muitas vezes meu carro ficava muito longe. Eu perdia o equilíbrio, me molhava quando estava chovendo.

Certa vez eu havia estacionado perto da cantina onde trabalhava. Precisava descarregar algumas coisas que havia comprado para a cantina(claro que com meu dinheiro). Como havia outros carros ali eu deixei o meu também. Veio um pastor com o peito estufado e com toda a autoridade disse: Tire o seu carro dali e coloque no estacionamento!
Só o meu ele mandou tirar.
Meu carro era adaptado e quando alguém o dirigia minha adaptação não funcionava e isso me causava grandes transtornos no trânsito por isso eu não deixava ninguém dirigi-lo. Conclusão, na hora de ir embora, meu carro estava no final do estacionamento, havia chovido e minha perna pregava no barro e eu não tinha força para dar o passo então eu tinha que puxá-la com a mão. Para completar a minha irritação um diácono me perguntou se eu queria que ele ma carregasse no colo. Eu gritei um não bem impaciente e pelo jeito foi só esse grito que chegou ao ouvido dos pastores porque os motivos dessas reações não chegavam.

Quero esclarecer aos irmãos que as pessoas com deficiência física não querem ser carregados, ou seus veículos manobrados, não. Nós queremos é o nosso direito de ir e vir sendo respeitados. Claro que se for necessário pediremos ajuda. Eu por exemplo, peço ajuda em escadas e em terrenos irregulares.

Os templos e maanains são construções novas e não devia estar fora das normas técnicas de acessibilidade. Já faz tempo que os cursos de arquitetura incluíram essa disciplina em sua grade curricular. Não há justificativas para nos negar esse direito.

Agora é que percebo que não somos bem vindos. Claro! A “obra” é “perfeita” e nós… Só que se esquecem que O PERFEITO nos ama imperfeitos.
Jesus jamais tratou assim as pessoas com deficiência. Todas Ele curou e eu espero e quero ser curada apesar de não ser infeliz por ter uma deficiência. Em tudo dou graças.

Nos últimos anos no maanaim, depois de tanto pedir e cair e também porque um pastor tomou a frente e se condoeu da causa dos deficientes, eles arrumaram um local para eu estacionar mas nas últimas vezes em que eu estive lá fui impedida de usá-lo.

Descobri depois de muitos anos que não se importavam em resolver esse problema porque eu não sou rica e nem importante porque um irmão, que é grande autoridade aqui, tinha vaga cativa no estacionamento e todos respeitavam.

Como falei esse assunto é extenso.
Depois continuo.

A paz do Senhor Jesus.
Eurípia Inês

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/06/discriminacao-e-preconceitos/#comment-12960

maranata – por motivo de traição me divorciei. Perdi o diaconato, fui desamparado, rejeitado.

Eu sou um dos muitos que sofreram discriminação de acepção dentro da ICM.

Estive diácono por alguns anos e por motivo de traição me divorciei. Perdi o diaconato, fui desamparado, rejeitado. Eles, perderam o meu número de telefone. Covardemente fraquejei, vaguei pelo mundo. Mas há servos e servas de verdade que oraram por mim e o Senhor novamente me resgatou. Novamente, lá estava eu dentro da ICM. Havia necessidade de alguém assumisse a secretaria da igreja (parte burocrática) e esta função foi a mim confiada. Exerci com amor, dedicação e garra. Estava eu divorciado e solteiro.

O Senhor me presenteou com uma serva maravilhosa (divorciada), oramos, buscamos a direção do Senhor e o Senhor nos respondeu. Entendemos que podíamos começar a namorar para nos casarmos. E vamos nos casar em breves dias.

Então, obedecendo ao formatalismo icemita, procurei o pastor para lhe dar conhecimento da minha grande alegria. Sabe o que aconteceu senhores? A secretaria foi retirada de mim e dada a outro companheiro sem nenhum aviso, nenhum comunicado, num gesto de total desrespeito.

A ICM rejeita o divorciado. Ou seja, o divorciado pode dizimar, ofertar, pode ir para a eternidade do Senhor, mas não pode trabalhar na Obra. Porém, há excessões. Existe na Grande Vitória-ES, pastores da elite (Eng. Agrônomo e Médico), diáconos e obreiros (empresários e comerciantes) que são divorciados e vivem um segundo casamento.

Porque será que para estes foi aberta esta excessão? Terá alguma relação com o valor declarado no envelope de dízimos? Conheço outros casos de pessoas divorciadas, servos de Deus, tementes, que são oprimidas, rejeitadas, vigiadas. Estou hoje, pelas misericórdias do Senhor numa igreja evangélica que reprova o divórcio, mas AMA O DIVORCIADO. Quantos há que estão nessa condição de discriminados com um grito preso na garganta?

Aos caros amigos que estão em processo de divórcio, saibam de uma coisa: após o divórcio a sua instrumentalidade na ICM está diretamente ligada a sua condição financeira e econômica. Se não for assim, o banco da igreja é o seu limite.

À todos a paz do Senhor.

Livre sou
Vila Velha – ES

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/06/discriminacao-e-preconceitos

maranata – O que causa espanto é haver preconceito dentro de uma igreja que se auto intitula cristã, “fiel… obra maravilhosa”. Preconceito praticado por pessoas (líderes) auto-intituladas “servos”… Que ministério é esse? Negar cuidados mínimos aos membros necessitados de cuidados especiais garantidos pela Constituição… absurdo!

Quero dar meus parabéns ao CV pela iniciativa de abrir este espaço no Blog em favor dos irmãos que possuem necessidades especiais. Certamente muitos depoimentos e até protestos serão expostos aqui.

Parabenizo também a irmã Eurípia pela coragem e determinação com que ela começou a escrever “pedaços” de sua história dentro da ICM.

Vivemos em um País onde o preconceito é notório em vários ramos da sociedade. Podemos negar e dizer que não, mas grande parte de nossa população já praticou ou sofreu algum tipo de preconceito! Não digo apenas de preconceito racial , mas também social , sexual , religioso entre muitos outros.

O que causa espanto é haver preconceito dentro de uma igreja que se auto intitula cristã, “fiel… obra maravilhosa”. Preconceito praticado por pessoas (líderes) auto-intituladas “servos”… Que ministério é esse? Negar cuidados mínimos aos membros necessitados de cuidados especiais garantidos pela Constituição… absurdo! Os “de fora” demonstram cuidados (Eurípia declarou que assim acontece no local onde trabalha).

Tristeza é observar que esta instituição não dá valor à vida humana e não se condói do infortúnio de pessoas necessitadas. Alguém consegue explicar porque a casa mal-assombrada ficou assim tão assustadora?

Te dou graças Senhor, por me haveres aberto os olhos e me dado forças pra romper com esse sistema discriminador onde é mais fácil enganar do que socorrer; perseguir retirantes doquye socorrer sofredores. Não mais fazer mais parte deste ninho que está sujo … muiuto sujo é LIVRAMENTO. Agora a visão da Igreja de Deus, Corpo de Cristo a cada dia fica mais clara, mais próxima dentro de mim.

Paz

maranata – Eu dei minha vida, meu tempo, a minha alma, o meu amor por essa igreja e o que eu recebi em troca? Discriminação, preconceito e desprezo.

Querido CV,

Meu nome é Eurípia Inês e quero agradecer por esse artigo “Discriminação e preconceito”. Ele e os comentários falam exatamente aquilo que vivi por quase 20 anos na maranata.

Esses comentários acima se referem a mim. Vários irmãos vieram me perguntar se era eu e se eu tinha realmente passado por tamanhos sofrimentos.

Esse comentário do esparadrapo por exemplo, foi muito doído pela frieza com que esse casal me tratou. Eu fiquei sem chão pensando: Que Deus é esse que dá seu único Filho por amor de nós e depois me nega um pedaço de esparadrapo estando eu em apuros, longe de casa. Ainda,(tiro de misericórdia) disseram que eu “deveria ter previsto que ia perder parte do parafuso”.

Eu tive paralisia infantil que me deixou sequelas irreversíveis. Fiz muitas cirurgias, fisioterapia e usei muletas e botas ortopédicas por muitos anos. Hoje sou mais charmosa usando uma linda bengala.

Eu era muito dedicada. Trabalhei como professora de adolescentes, intérprete de LIBRAS, trabalhei na cantina do maanaim por muitos anos, minha casa eu abri para trabalho durante 3 anos, limpava o chão, lavava o banheiro, enfim, eu fazia todos os serviços e não me escorava na minha deficiência para ficar ociosa na igreja. Eu dei minha vida, meu tempo, a minha alma, o meu amor por essa igreja e o que eu recebi em troca? Discriminação, preconceito e desprezo.

Eu já li a Palavra toda várias vezes e o que mais me consumia de angústia era não entender o quanto a igreja estava longe do Evangelho de Jesus e mais ainda no que diz respeito à pessoas com deficiência. Jesus SEMPRE se compadecia delas e as curava mas na maranata não,o que ela fazia era colocar tropeços para dificultar nossa locomoção e inclusão.

Só para exemplificar, o pastor trocou o piso da entrada da igreja. Era uma calçada lisa que podíamos andar sem problemas e ele colocou lajotas entremeadas com grama. Isso foi péssimo para mim, um irmão hemiplégico e duas idosas cadeirantes. Eu pedi para ele não fazer aquilo eu chorei e ele foi grosso comigo e não me ouviu. Um dia na madrugada eu caí e me machuquei e as irmãs de cadeira eram carregadas por dois obreiros.

O banheiro nesta época foi todo reformado e com dinheiro nosso. Eu fiz um polpuda doação. Eu pedi para esse mesmo pastor colocar uma porta mais larga para os cadeirantes terem acesso mas ele gritou comigo parecia um leão feroz.

Teve um casamento em que a irmã do noivo era cadeirante e como todos os familiares ficam nos primeiros bancos nestas ocasiões, eu sugerir que se colocasse um banco menor na frente para caber a cadeira dessa irmã, mas o pastor virou um leão feroz. Eu chorei muito com esses fatos.

Mas a minha preocupação maior era com os deficientes que não suportaram esses desrespeitos e foram embora como um jovem que depois de ir à igreja algumas vezes e encontrar o banheiro (nesta unidade local tinha banheiro adaptado) cheio de latas de tintas, rodos e vassouras. Fizeram depósito do banheiro.

Eu tive que esperar muito tempo para sair da Maranata porque foram muitos acontecimentos como estes que me deixaram magoada e triste. Eu não queria sair sentindo isso pelos pastores e irmãos.

Também quero deixar claro que sempre os procurava para explicar a necessidade dos deficientes mas eles me tratavam como louca, revoltada, complexada e com predisposição a me sentir discriminada. São fatos revoltantes de causar indignação em qualquer pessoa mas não naqueles líderes.

Certa vez em uma grande evangelização em que o PES veio aqui em Brasília, eu fui mais cedo para o local para ajudar a organizar. Eu estacionei meu carro numa vaga especial para deficientes (e eu tenho a autorização do DETRAN). Veio um obreiro cheio de autoridade e “orientação do sinhô” me mandando tirar o meu carro. Eu disse que não iria tirar porque estava na vaga especial ele então estufou o peito e disse que aquelas vagas eram para as autoridades. Eu falei: Mas são as autoridades quem fizeram as leis reservando vagas para deficientes. Ele queria que eu desse a chave para ele tirar meu carro. Ninguém me defendia e só me acusava de rebelde, difícil, problemática…

Eu NUNCA pensei que fosse em uma igreja chamada Cristã, que eu receberia o pior tratamento com relação à minha deficiência. Eu trabalho, frequento diversos locais públicos e os responsáveis se esforçam para que tenhamos pleno acesso, ao contrário da Maranata.

Irmãos, tenho muito ainda a falar sobre outros fatos que por longos anos que feriram, trouxeram muito sofrimento e até prejuízo não só a mim mas a outras pessoas com deficiência. Relatarei nos próximos comentários.

A paz do Senhor Jesus.

Eurípia Inês.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/06/discriminacao-e-preconceitos

maranata – isso é apenas uma pequena mostra do que realmente sofreu na ICM com respeito às pessoas com deficiência. São coisas terríveis, como preconceito, desrespeito e falta de acessibilidade.

Amados irmãos e CV,

Sou de Brasília e conheço essa irmã que foi citada nos comentários acima do dia 08/06/12.

Estive com essa irmã no domingo e ela me confirmou o que está escrito nesses comentários. Disse que alguns irmãos a procuraram fazendo muitas perguntas sobre esse acontecimentos.
Ela disse que, na verdade, isso é apenas uma pequena mostra do que realmente sofreu na ICM com respeito às pessoas com deficiência. São coisas terríveis, como preconceito, desrespeito e falta de acessibilidade.

Essa irmã já saiu da ICM. Disse que lutou por quase 20 anos para ser aceita ou se encaixar nos padrões tão altos, exigidos pela igreja. Nunca conseguiu! Falou que a grande loucura ou ingenuidade dela foi pensar que um dia se encaixaria ou seria bem recebida numa igreja tão perfeita e santa, sendo ela uma “aleijada”. Quanta inocência! disse ela.

Essa irmã me disse muitas coisas, conversamos muito tempo mas uma coisa que me chamou muita atenção, foi quando ela falou sobre sua saída da ICM. Ela disse que só saiu quando não sentia mais nenhuma mágoa ou ódio de nenhum pastor ou irmão que a humilhou e maltratou. Disse que saiu em paz e que continua amando a todos que ficaram mesmo sabendo que a recíproca não é verdadeira.

Tentei encorajá-la a postar aqui, um relato completo de tudo que aconteceu para que todos saibam do que essa igreja é capaz. Ela ficou de pensar pois não quer fazer nada por mágoa ou revolta.

Irmãos, agora é que vemos onde nós estávamos. A gente não imagina o que nossos irmãos passam dentro dessa seita que se diz igreja Cristã. Isso ela nunca foi. Se esta irmã escrever mesmo tudo o que ela passou vocês vão concordar comigo que esta instituição deveria ser processada por abuso espiritual, por discriminação à pessoas com deficiência e por falta do obediência às Leis.

Outra coisa, em nenhum momento eu percebi rancor ou mágoa nas expressões dela, sendo que, pelo que me contou, teria motivos de sobra para estar revoltada. Ela, pelo contrário se mostrou serena, principalmente alegre.

Achei que seria importante postar isso aqui porque aqui em Brasília todos conhecem essa irmã mas acho que poucos sabem o que ela já sofreu nesta instituição que se diz Cristã.

Paz a todos.
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Novo Dia.

Este artigo nasceu a partir destes depoimentos. Eu há havia anotado que certamente o Senhor se lembrará do que aamor e desprendimento desta querida irmã (e de ouitras centenas de mulheres) que fizeram além de suas forças para servirem aos seus irmãos.

Quando eu for à Brasília gostaria de estar com esta querida irmã. Por favor, diga isto a ela.

Muito bom o seu testemunho confirmando os fatos. Certamente, os leitores de Basília estão lendo (sei que muito dessa bela Capital acompanham o Blog).

Paz.

CV.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/06/discriminacao-e-preconceitos