igreja cristã maranata – A falsa unção gera morte!

A elite da ICM-PES apresenta certa doutrina revelada cercada de mistérios da Obra. Coisa anti-bíblica, dissimulada, esquisita e ao gosto do humor do chefe muito religioso que apascenta o rebanho com força mandatória, pseudocarismática e quadragenária. Absolutismo!

As frases introjetadas na mente dos crentes icemitas, impedem o ato de agir biblicamente e com liberdade.

Biblicamente pensando, designar alguém para estar à frente da igreja é algo a ser pensado e repensado. Neste contexto o ensino do Novo Testamento é saliente. Vivo! O que fazer diante da cumplicidade com as fraudes? O que fazer diante das ofensas às Escrituras? O que fazer com os ladrões do templo? Ordens eclesiásticas erradas devem ser obedecidas?

Considerando as exigências do DON (Doutrina, Ordens e Normas) baixadas pelo palácio da rainha desfigurada, o formatado icemita erguido à misteriosa posição de servo da Obra pode ser ungido; e, se intransigentemente continuar obediente e submisso ao DON, fazendo tudo o que o mestre-mor ordenar (inclusive ao pé do ouvido), esse indivíduo será ordenado ao cargo de nobre representante do Presbitério e imediatamente ingressa no rol dos valentes da Obra Revelada. Definitivamente, essa decisão importa em muitas e profundas responsabilidades: do ordenador e do ordenado.

Consedere a questão: o DON controlado exclusivamente pelo monarca muito religioso forma valente ou formata valetes? O DON declara certos homens ministros do “evangelho da graça de Deus” ou estabelece defensores do gedeltismo monárquico e pseudocarismático? Desde que o crente em Jesus merece respeito, não é fato, infelizmente, que alguns desses ordenados não passam de bobos da corte dos dominadores de rebanhos de Deus?

Então, aquele que aspirava crescer nessa denominação eclesiástica é conduzido ao emocionante momento da ordenação: está pastor! (Note: este DON apenas consegue formatar e ordenar pastores, quem lê entenda.) Esses homens podem ser manipulados ou são autênticos ministros do Evangelho de Deus? Faça um favor a sua alma preciosa e responda com sinceridade: o que arde no coração do formatado icemita obediente ao DON? O que fazer com doutrina revelada recheada de espiritualização de frases das Escrituras geradoras de MITOS? Que garantias existem em profetadas e revelagens?

Meias verdades abrem portas para a apostasia e deixam marcas indeléveis na alma dos icemitas, mesmo os mais sinceros. As estradas estão cheias de desesperados retirantes (quem lê entenda) cansados de meias verdades. É como fugir de casa mal-assombrada onde moram espíritos enganadores encostados em falsos profetas.

Não tenho outro jeito de falar: os icemitas estão impedidos de pensar os pensamentos de Deus… e acham que pensam. Eles não têm liberdade de pensar. Não é de admirar, pois a linguagem do não-pensamento (entenda este artigo para entender o falso profetismo) os subjuga ao DON que não permite que pensem. Não permite perguntas. Não permite questionamentos. Não permite transparência. Não permite a VERDADE.

Novos compromissos com a denominação eclesiástica em estrita obediência ao ossorrevelô introjetado na mente do emissário presbiteral. Nessa igreja-do-jeito-que-o-chefe-quer o escalão hierárquico é imutável, indefectível (não possui defeito) e inigualável como detentor exclusivo da palavra revelada que a mescla não tem. O monarca domina o clero superior, que dita as ordens e contra ordens para o clero inferior e este não pensa: manda nas unidades locais do sistema. Hierarquia na base de medo e o refrão: não toqueis nos meus ungidos!

O gedeltismo implodiu a denominação eclesiástica que ele criou para se auto-afirmar. Essa coisa louca não mais se sustenta. O olhar caolho do construtor de heresias exige que os icemitas absorvam a Obra (o que significa: façam o que mando e não façam o que eu faço). Frases dele: esta Obra é exclusivo projeto de Deus que veio da eternidade (…) quem sair desta Obra não leva o Espírito Santo, nem leva Jesus (…) não se ergue.

Ora, se a escolha do formatado icemita foi feita na base de mitos, e na base de falso profetismo a ordenação, de alguma forma isso implica no futuro do indivíduo? Eviodentemente! Por outro lado, o que estamos fazendo com o Livro Sagrado, não percebendo o que Deus disse, do jeito que Ele disse? Ora, isto é afronta, e desrespeito, e ofensa ao Espírito de Cristo Jesus.

Porém, o que exsurge dos esgotos do palácio? Auto-defesa, avareza desmedida, balcões de negócios, contrabando, corporativismo, corrupção, conspiração, crimes (em tese), desvios de conduta, desvio de dinheiro, dissimulação, dominação, estelionatos, falsas profecias, falta de transparência, fraudes, furtos, manipulação de relatórios, notas fiscais frias, roubos… o esgoto está sendo aberto, a iniqüidade transborda e o fedor chega ao satélite. Esses homens acham que escaparão do Juízo? Ao contrário do insistente Zaqueu que arrumou a casa, restituiu o devido e recebeu a salvação oferecida por Jesus, o avarento e dissimulado Judas “adquiriu um campo com o preço da iniqüidade” (At. 1.18); e o apóstolo Pedro deixou evidente que o avarento Simão estava “em fel de amargura e laço de iniqüidade.” (At. 8.20-23). Neste contexto Jesus ensinara (Mt. 24.28): “Onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres.” Ora, este detalhe do Sermão Profético se cumpre aos nossos olhos e aponta para o pior da pior hora da “grande [tamanha] tribulação”.

Portanto, eis a questão: como fica essa ordenação de pastores, se a elite presbiteral continua corrompida: doutrinariamente, e eticamente, e moralmente ?

Se a noite chegou para os icemitas, qual a saída? Arrependimento individual, pois o gedeltismo empurrou a ICM-PES para o beco sem saída. Retorno? SEM RETORNO!!!

Se considerarmos a corrupção denunciada (e aparentemente em apuração), quem recebe a imposição de mãos do presbitério recebe bênção ou condenação? Como está escrito: “Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade.” E prestem atenção: este decreto é incisivo, pois Jesus o repetiu em três ocasiões distintas (Mt. 7.23; 25.41; Lc. 13.27).

Se, infelizmente, esses erros continuam introjetados naqueles que de lá saíram, eles dão curso ao DON (Doutrinas, Orientações e Normas do Presbitério cf. arts. 5º e 25 do Estatuto da ICM-PES). Indiscutivelmente, a heresia icemita tornou-se absoluta, normativa. Ele conquistou. Ele conseguiu o seu lugar entre os que erram, continuam enganados e não se arrepende. Mas por que não se arrepende? Por que ele acredita, no que quer acreditar, e ensina o que os seus alunos aprenderam a gosta de ouvir…

Se os que governam a comunidade eclesiástica perderam a vergonha, os que os obedecem perderam o respeito por si mesmos.

Nota:

Expressões e frase em itálico aparecem em apostilas da ICM-PES.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/11/a-falsa-uncao-gera-morte

igreja cristã maranata – Debaixo de jugo desigual, presos a doutrinas de homens, profetadas e revelagens, ficamos intoxicados com heresias, instigação do ódio religioso, meias verdades e mitos religiosos. Nesse ambiente aprendemos a agradar a homens e a desrespeitar as Escrituras.

“E, quando estiverdes orando,

se tendes alguma coisa contra alguém,

perdoai,

para que vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas.”Mc. 11.25

 

Amados,

Debaixo de jugo desigual, presos a doutrinas de homens, profetadas e revelagens, ficamos intoxicados com heresias, instigação do ódio religiosomeias verdades e mitos religiosos. Nesse ambiente aprendemos a agradar a homens e a desrespeitar as Escrituras.

Dentro das cercas de arames farpados e muros daquela prisão andávamos em círculos, com améns para meias mentiras, mentiras, palhaçadas, piadas de mau gosto, profetadas e revelagens nos seminários. Cumplicidade! E de desestruturação familiar dá pena falar…

Escutem. Nossos filhos foram traídos!

O gedeltismo nos deixou amantes de nós mesmos, cegos, discriminadores, formatados, instigados pelo ódio, intolerantes, manipuláveis, obtusos e preconceituosos.

O gedeltismo implodiu a denominação eclesiástica que ele criou para se auto-afirmar (e conta vantagens!).

“outro evangelho” nos escravizou à apostasia, à espiritualidade pseudocarismática. Os frutos podres logo apareceram porque a falsa unção mata! Os icemitas foram empurrados para o beco sem saída.

Onde a linguagem do não-pensamento encontrou alicerces para enganar e expandir a imaginação para erros em cima de erros, cresceu o farisaísmo da hierarquia religiosa. Insisto: leiam e meditem nos argumentos deste artigo para entenderem o que aconteceu na fermentação do falso profetismo. Quanto erro! Que maldade a nossa!

Os retirantes estão descobrindo que liberdade em Cristo é algo excelente; coisa que os crentes em Jesus conhecem há séculos.

Por conseguinte, o despertar para a realidade nos força ao arrependimento para a prática de boas obras, o que inclui PEDIR PERDÃO a quem houvermos ofendido e a PERDOARMOS os ofensores. Neste sentido o SITE apela ao exercício de PERDOAR e estarmos prontos ao ato de PEDIR PERDÃO. Já falei sobre este assunto e cobro de mim mesmo, em primeiro lugar.

Porquanto está escrito (Cl. 3.13-14):

 “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós; acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição.”

Resta lembrar que a atitude do amado irmão Pr. Eduardo é de cristão sincero. E mais: ele abriu mão do sigilo de e-mail, pediu que publicasse e os telefones, inclusive. Prova de que não quer se ocultar e nem fazer do SITE um campo de batalhas pessoais.

Sejam firmes nas promessas de Deus.

CV.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/perdoai-vos-mutuamente/

maranata – Para que eu quero uma oração dessas? Que Deus é esse que se serve na maranata? Onde está a fé? E que evangelho é esse? Era isso que Jesus dizia para alguém que o procurasse?

ORAÇÃ INUSITADA II

Certa vez eu estava sentindo muita dor. Coisa muito comum em uma pessoa com deficiência motora mas dessa vez a dor insistia por muitos dias, interferindo no meu humor e desempenho profissional.

Após o culto resolvi pedir oração ao pastor. Claro que a gente faz esse pedido cheia de esperança. Vejam o que o pastor me falou:

“Eu vou orar por você para que você aceite a viver assim, que você saiba conviver com esse problema porque ele não tem jeito.”

Irmãos, eu fui tão bobinha que deixei ele orar assim mesmo.

Eu pergunto: Para que eu quero uma oração dessas? Que Deus é esse que se serve na maranata?
Onde está a fé? E que evangelho é esse? Era isso que Jesus dizia para alguém que o procurasse?

Agora vou fazer a mesma pergunta que o Gedelti fazia gritando no púlpito do Maanaim:

É ESSE EVANGELHO QUE VOCÊS QUEREM?

Amados que leem esse Blog, estou lendo o livro indicado pelo CV, “Curai enfermos e expulsai demônios” e digo a vocês que é muito bom que todos nós que estamos no libertando do jugo maranático o leiam também.

É um livro muito esclarecedor e fala sobre o Evangelho poderroso e puro de Jesus que veio para nos salvar mas TAMBÉM curar. Pastores, especialmente, precisam ler e praticar o que é ministrado nos capítulos deste livro.

Jesus não diz para nenhum enfermo se conformar com a dor. Ele curava a todos e comissionou seus discípulos a fazerem o mesmo: “curar os enfermos e expulsar os demônios”.

Aliás, certa vez o demônio entrou na minha “unidade local” e ninguém teve autoridade para expulsá-lo. Não será porque Jesus estava ausente? Ou será porque a obra!, obra!, obra!, realmente não tem poder nenhum?

É ESSE EVANGELHO QUE VOCÊS QUEREM?

A paz do Senhor Jesus a todos.

Eurípia Inês (nesses dias em Vitória-ES).

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/06/discriminacao-e-preconceitos/#comment-14588

igreja cristã maranata – “A OBRA”: CONSTRUINDO HERESIAS

“Levantou-me o Espírito, e ouvi por detrás de mim uma voz de grande estrondo, que, levantando-se do seu lugar, dizia:Bendita seja a glória do SENHOR.”

(Ez. 3.12)

A apostila Os Valentes da Obra (1) evidencia que a mentalidade (conduta) de Obra – da qual é bem difícil alguém dela ficar livre – construída ao longo do tempo, é capaz de,  noite e dia, operar na imaginação dos beatos, desavisados obreiros e desencorajados pastores corrompidos pela heresia icemita e ainda agrilhoados ao misticismo pseudocarismático do sistema.

Buscar entendimento oculto das Escrituras,  e espiritualizar expressões ou frases isoladas do contexto próximo e conteúdo geral, indo além do plano semântico da passagem, é enredar a membresia com  extravagâncias de interpretação. Método extremamente perigoso. Na alegoria ou espiritualização a mente do intérprete não se prende às exigentes regras da Hermenêutica Bíblica.

Entenda: não há como checar o que ele interpreta, e não merece confiança o que ele diz ser doutrina revelada ou palavra revelada. Nestes casos (alegoria ou espiritualização) o intérprete busca o pretenso sentido oculto do texto, fazendo disto o padrão único. O pior acontece, quando ele está enredado por bajuladores, falsos profetas ou pastores subalternos que o apoiam descaradamente e proclamam: Deus falou!

Evidentemente, na terra de cego quem tem um olho é caolho. Não duvide: o olhar caolho da doutrina revelada busca algo com que possa acirrar a empáfia religiosa, desacatar as Escrituras Sagradas e encantar com empulhação além do que está escrito e do jeito que está escrito. Cegos guiando cegos e o Diabo bate palmas.

Esteja atento e bem disposto para o que você vai ler, pensar e refletir.

Criando ilusões

Complicada, confusa, dispersiva e mal elaborada, a apostila Os Valentes de Davi – Valentes da Obra é anunciada com ares de doutrina revelada além da letra e mistérios da Obra que veio da eternidade; mas não passa de grandiloquente imbróglio embrulhado em absoluta incerteza. Certamente, este “além da letra” passou a  jargão do maranatês e pedra de tropeço para o gedeltismo.

I) A apostila Os Valentes de Davi – Valentes da da Obra aparece bem no início dos Seminários da Obra e encontrou lugar de destaque no palco das ilusões e mitos da então incipiente monarquia pseudocarismática. Conteúdo dissimulado de exclusivo e integral apoio ao mestre-mor, o expositor inigualável da palavra revelada que veio da eternidade. (sic)

apostila afirma que Davi é tipo de Cristo. A burla aparece logo no início do referido texto. Assim começa a espiritualização. Expressamente. Ora, por mais que admiremos o afável poeta, diligente guerreiro, homem de seis mulheres e rei de Israel, é absolutamente incorreto afirmar que Davi é tipo de Cristo. Nem o desobediente, idólatra, multimilionário, ocultista e polígamo Salomão serve de tipo do Espírito Santo (como ensina o mestre); mas na espiritualização é possível, especialmente quando o profeta de bolso estremece a fala e proclama: falei através do meu ungido…

Definitivamente, as Escrituras Sagradas jamais permitirão esse tipologês do mestre que ignora a Epístola aos Hebreus e demais Escrituras; mas coloca a inerrância da doutrina revelada além da letraacima da inerrância das Escrituras Sagradas, enquanto debocha e continua debochando dos que se dedicam a exercer fé em Jesus e biblicamente pensar e pensar teologicamente.

II) A apostila nada nos fala do “evangelho da graça de Deus” (At. 20.24) que chegou até nós (1 Pe. 1.10-12; 2 Pe. 1.16-18). Ela está carregada de alegorias, fantasias, ficções e malabarismos que distorcem a intenção do Espírito Eterno ao inspirar o hagiógrafo que proclama (2 Tm. 3.16-17):

“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.”

A espiritualização de frases das Escrituras facilmente gera a doutrina revelada em afronta ao conteúdo ético, gramatical, histórico, inerrante, judicial, legal, natural, profético, santo, teológico e verdadeiro das Escrituras Sagradas. Ainda mais grave é a discriminação, que faz com insensatas proclamações de ser a ICM-PES, exclusivamente, a Igreja fiel, a Obra do Espírito, a única que tem a doutrina revelada. Deste modo, a esperteza do mestre-mor cai sobre sua cabeça entorpecida com o erro.

III) Ares de cabala e numerologia aparecem entranhadas nisto que o icemita-mor denomina de mistérios da Obra. Espiritualizando a expressão “trinta e sete” em 2 Sm. 23.39b., ele orgulhosamente proclama: 37 valentes => 3 = trindade 7 = perfeição (Obra perfeita do Espírito Santo).

Então, perguntamos: Qual trindade? Que ObraObra perfeita em quê? Como alguém consegue encontrar a trindade a Obra perfeitaescondidinhas na frase isolada do conteúdo e contexto geral das Escrituras? Não pergunte ao mestre-mor, pois ele  nunca dará explicações e dirá: mistérios da Obra.

Nada obstante, a lista desses guerreiros é maior que a anterior e se completa com o rol descrito em 1 Cr. 11.10-47 e 12.1-22, onde estão mencionados “os principais valentes de Davi que o apoiaram valorosamente no seu reino, para o fazerem rei… e eram dos valentes que o ajudaram na guerra”.  O mestre-mor jamais conseguirá demonstrar, como é que as listas de guerreiros (homens) sanguinários possam ser modelos de pastores para o Novo Testamento; mas além de espiritualizar ele incluiu mulheres (casadas ou solteiras) pois insistiu (ênfase nossa):

Os valentes da Obra também são assim: a irmã que enfrenta o marido não crente todos os dias; o jovem que se dedica ao serviço no Maanaim; os que abrem mão do conforto fazendo as madrugadas; a irmã que entende a revelação e abre mão da calça comprida; os pastores e obreiros que viajam; os trabalhadores do Maanaim; os que se gastam pela Obra.

Neste passo, a espiritualização da frase “trinta e sete” contraria o contexto, deixando-o completamente esvaziado de integração com o restante da Revelação Proposicional. E eis a empáfia icemita com mais um capítulo da doutrina revelada!  Não é verdade que mitos não precisam de sustentação?Ora, esse  esperto icemita intérprete dos intérpretes insistiu em chamar este blefe esquizofrênico demistérios da Obra.

IV) Assim, desde que o construtor de heresias afirma que 3 é o número da trindade, ele cai num círculo vicioso; porque o número 3aparece 14 vezes em 2 Sm. 23.1-39. Isolar somente o último versículo? O que acontecia na mente do pensante? Por que a atenção especial aocabalístico numero 37? Quem o inspirava? Quem o estimulava a dar continuidade à heresia? Só encontro esta resposta: ao espiritulizar“trinta e sete” intencionalmente, o mestre mergulhou a membresia no pior teologismo…

Considerando que o olhar caolho é capaz de dissimular e gerar a nebulosa revelação além da letra para cada frase das Escrituras; diante das 14 ocorrências do número 3 ao longo de 2 Sm. 23.1-39, o beato ignorante dará como correto: 3 (a trindade) e 14 > 2 x 7 (a dupla porção do valente da obra perfeita); e plenamente satisfeito o mestre dirá:  ele entendeu a Obra. Mas, o que se observa nestes casos é o seguinte: definitivamente o erro do mestre está introjetado na mente desse servo da Obra Maravilhosa.

Contra-golpeando esta palavra revelada, melhor será: 3 x 14 = 42 > 4+2 = 6 > número daqueles que aprisionam beatos e com mãos de ferro dominam os rebanhos de Deus. Dominadores, falsos mestres e falsos profetas nunca são transparentes.

V) A fim de entendermos o dano da espiritualização intencionalde frases da Bíblia e os malefícios decorrentes, o olhar caolho do construtor de heresias abusa da expressão bíblica “além da letra”, com o exclusivo e nefasto propósito de aprisionar os beatos com o jargão:Hoje a Obra é a igreja que compõe os 37 valentes.

Esteja certo de que este jargão é apresentado e reiterado com ares de augusta, inerrante e maravilhosa verdade… e os formatados dizem:Amém!

Infelizmente, o mestre-mor conseguiu introjetar na mente dos servos da Obra o enigmático e ininteligível status de valentes da Obra; porém, os erros e fracassos grosseiros nos cultos proféticos mostram que de valentes nada tem. Os retirantes que o digam…

VI) Aquele que elabora e institucionaliza jargões, descobriu que, de lerdos, beatos, formatados, obreiros e pastores subalternos nunca pensam; e por nunca pensarem, nunca exercem fé nas Escrituras, na sabedoria e no poder de Deus (cf. Rm. 1.16.17; 1 Co. 1.24), exatamente, por estarem empanzinados com doutrina revelada além da letra.

Beatos  encantados com a linguagem do não-pensamento facilmente se deixam FORMATAR nos modes do gedeltismo (eclesiasticismo fiosófico, místico, monárquico pseudocarismático) que nada tem de Evangelho de Deus. Esta linguagem do não-pensar, além de gerar jargões, franqueia portas para o falso profetismo que corre nasunidades locais da ICM-OBRA como fogo em palha seca e abre portas pa a ação de espíritos de engano.

Icemitas em geral e especialmente os formatados servos da Obraaprenderam a ecoar jargões. Ciclo vicioso! Quando alguém lhes pede a razão da fé, exlamam: OBRA MARAVILHOSA! Porém, se confrontados com o que Deus disse, do jeito que Ele disse,  eles respondem com agressões e maldições que aprenderam com a Mensagem Para Pastores 2007.

Infelizmente, a elite das elites dos icemitas (clero superior) e os pastores subalternos (crero inferior) depositam fé nos jargões do mestre muito religioso. Não tenho outro modo de dizer: eles depositam fé na crença do chefe icemita, por serem “néscios e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram” (Lc. 24.25).

Neste contexto o maranatês identifica a linguagem do formatado servo da Obra. Esta formatação é conseqüência direta de algo eminentemente e intencionalmente ocultista: A FALSA UNÇÃO.

Insistindo na insanidade religiosa

O argumento de fundo é este: o mestre-mor espiritualizou a frase “trinta e sete”, e apresentou o que denominadoutrina revelada além da letra, querendo dizer que o ministério da Obra Maravilhosa é para valentes que, neste sentido estão dotados da mesma estirpe dos arrolados “valentes de Davi”.

Ora, fosse incontroverso esse argumento, deveria merecer confirmação e  pleno respaldo das Escrituras. Mas este ensino pseudocarismático resiste ao exame das Escrituras? Evidentemente, NÃO!

Portanto, cabe a pergunta: é possível espiritualizar a frase “trinta e sete” com outros contornos?

VII) Sim, é possível. E até bem entremeados com ensinos e expressões proféticas das Escrituras com dramaticidade e peso; ainda mais, porque a frase “trinta e sete” aparece inserida no curto versículo 39 do capítulo em comento. Nele está inserido o número 37, cabalisticamente considerado o número fixo do destino. (3)

Então, a partir do cabalístico número 3 de que o icemita-mor lançou mão para introduzir na ICM-OBRA a alegada e mística palavra revelada, também chamada de mistério da Obra, formulemos a hipótese:

a.  3 > a tríade satânica (Ap. 16.13);
b.  > cada um dos “filhos do diabo” (Ef. 2.1-3; Jo. 8.44; 1 Jo. 3.10);
c.  7 > a obra perfeita do “príncipe que há de vir” (Dn. 8.25; 9.26);
d.  30 > 5 x 6 = cinco continentes dominados pelo “príncipe que há de vir” , ou seja: o Grande Homem Maçônico; ou
e.  30 > 3 x 10 = dez supernações (governo internacional) sob o jugo da trindade satânica (Dn. 2.28-43 cf. Ap. 13.1-8; 16.13);
f.   37 x 6 = 222 > a terça parte do mistério profético está revelada;
g.  222 > 2+2+2 = 6 > número do homem capacitado pelo Diabo, o pai da mentira (Jo. 8.44; Ap. 13.2b);
h.  222 > número a ser multiplicado por 3 para revelar o mistério da besta;
i.  666 > número da besta, a que sobe do mar, “pois é número de homem” (Ap. 13.18) aquele que receberá apoio do “falso profeta” (Ap. 16.13).

VIII)  Assim conjeturando, demonstro que a espiritualização de frases das Escrituras cria imbróglios dos mais ousados. Infelizmente, a cegueira espiritual de muitos os faz acreditar em doutrina revelada… mistérios da Obra. O pior acontece quando algum falso mestre declara:ossorrevelô! Ou lança mão do prestante profeta de bolso, que instigado pelo agregado que se esgueira nas sombras, irrompe com a profetada:DEUS FALOU!

Alguém dirá: esta hipótese não faz sentido. Então, lhes direi explicitamente: o que não faz sentido é a elite dessa falsa Obra Revelada continuar aprisionando os beatos e enganando obreiros e pastores subalternos com espiritualização da frase “trinta e sete” em 2 Sm. 23.39b., como o construtor de heresias exige e impõe. Somente um apóstata, dissociado da realidade, fanático, herético, ilusionista, ignorante ou mestre obstinado e tendencioso consegue falar de a trindade e a obra perfeita do Espírito Santo em 2 Sm. 23.39b. Absurdo! HERESIA!

Entendo que o formatado icemita, como medo de pecar contra a Obra Maravilhosa, nem percebe que mantém o cabalístico número 37introjetado na mente, porque ele é estimulado (inconscientemente) a querer ser mais um vale(n)te da Obra Revelada. Lamentavelmente, confiante nas meias verdades do mistério da Obra que veio da eternidade; e enganado nos cultos proféticos e nos Seminários da Obra com espiritualizações, profetadas e revelagens, o icemita de carteirinha desenvolve a espiritualidade esquizofrênica(alienação da realidade) no modelo proposto sistematicamente.

Infelizmente, o mestre-mor decompôs o cabalistico número 37com a intenção de proclamar que a trindade (qual delas?) está presente na Obra perfeita (perfeita em quê?), para a forma(ta)ção dosvalentes da Obra. De conformidade com esta palavra revelada essesservos da Obra ou valentes da Obra é que serão os notáveis, ou seja: homens capazes de apoiar  o chefe icemita e os balcões de negócios; defender o gedeltismo e  interesses da instituição monárquica e pseudocarismática. Corporatismo! Cumplicidade!

IX) Desde que o olhar caolho além da letra descobriu a trindade e a perfeição da Obra dentro da expressão “trinta e sete” inserida nas entranhas do curto versículo 39; ainda conjeturando e decompondo o número 39 (3 x 13) chegamos ao seguinte: 3 > número da tríade satânica; 13 > 6 + 7 = número do homem maligno e ocultista na mais perfeita rebelião contra Deus; porquanto é dito que 13 é o número de Satanás. (4)

Do mesmo modo, aplicando a esperteza do construtor em espiritualizar frases das Escrituras, diremos que o número 39 aponta o adorador do diabo, o homem maligno em sua completa depravação e revolta contra Deus.

Então, concluímos: na frase “trinta e sete” o olhar caolho “além da letra”  encontrou a trindade e a perfeição da obra; mas embaraçou-se na heresia que guarda, em suas entranhas, a intensificação do mal.

X) Portanto, se o olhar caolho do construtor de heresias da obra perfeita que veio da eternidade acredita em força e mistério dos números; e que certos segredos da doutrina revelada aparecem escondidinhos em expressões numéricas e frases isoladas das Escrituras; diremos que ele conseguiu construir e erguer a doutrina revelada ao nível de dogma negrumoso e ocultista. Portanto, este ensino é herético. ENSINO DE DEMÔNIOS!

Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino: prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina. Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas.

CONCLUSÃO

A astúcia da elite icemita está na  formatação e na  manipulação de obedientes obreiros que não-pensemfazendo-os crer movidos pelo espírito de obediência à Obra como fonte de autoridade espiritual e poder pentecostal para serem  valentes… muito valentes. Autoridade espiritual?, capacitação sobrenatural? poder pentecostal e valentia? onde estão na prática? O evitar de desmascarar os falsos profetas e o fugir de expulsar demônios demonstram a fraqueza dos valetes (escrevi valetes). Os erros grosseiros nos cultos proféticos – fatos incontroversos notórios e públicos – provam o contrário da lenga-lenga do mestre-mor.

A ordem do monarca é imperiosa: ABSORVAM A OBRA! Deste modo, o chefe muito religioso impõe o DON (Doutrinas, Orientações e Normas do Presbitério cf. arts. 5º e 25 do Estatuto da ICM-PES), constantemente manipulado pelo  icemita mestre dos mestres e exclusivo modelo dos 37 valentes (quem lê entenda).

Assim, o clero superior despeja a doutrina revelada sobre o clero inferior; e estes obrigam as unidades locais à INDISCUTÍVEL OBEDIÊNCIA. Nesse construto hierárquico de profetadas e revelagens avalia-se a capacidade do servo da Obra ser erguido à condição de defensor da instituição e mero representante do presbitério naunidades locais, conforme o Estatuto Icemita.

Buscar entendimento oculto das Escrituras, além do plano semântico da passagem, é espiritualizar frases consistindo emextravagâncias de interpretação em completa DESARMONIA com o que Deus disse, do jeito que Ele disse. Método extremamente perigoso. Na espiritualização de frases das Escrituras a mente do intérprete não se prende às exigentes regras da Hermenêutica Bíblica, e não há como checar o que ele interpreta. Neste passo, o gedeltismo busca o pretenso sentido oculto do texto, fazendo disto o único padrão… e fracassa. E fracassa quem o imita…

Caindo no engodo de espiritualização de frases das Escrituras, em Ap. 8.5 o mestre-mor cometeu o pior dos erros: destituiu a Cristo Jesus de Seu Apostolado, Messianato e Sumo Sacerdócio, declarando: (5)

Enquanto os anjos se preparam para atender às determinações do Todo Poderoso, o fogo do altar (símbolo do Espírito Santo) é jogado sobre a Terra para os homens, que recebem diretamente do altar o calor das chamas incendiárias do poder de Deus, onde o Espírito Santo age cada vez com mais intensidade em seus corações, como apelo e preparo aos fatos que sucederão, evitando surpresa, o medo e o terror próprio dos desavisados. É a misericórdia de Deus preparando o homem para receber com alegria as suas intervenções.

Mergulhando ainda mais nesta erronia esquizofrênica, o chefe icemita insistiu em que três das quatro trombetas do Apocalipse tocaram (se assim for, já estamos na grande tribulação) e a quarta trombeta equivale à “última trombeta” de 2 Co. 15.52; quando, então, a Igreja Fiel (leia-se: a ICM-PES) exclusivamente será arrebatada“num abrir e fechar de olhos”. Erro em cima de erro. Milenar é o ensino da Escritura (Jó 5.12-13):

“Ele (Deus) frustra as maquinações dos astutos, para que as suas mãos não possam realizar seus projetos. Ele apanha os sábios na sua própria astúcia; e o conselho dos que tramam se precipita.”

Não é, pois, de admirar, que a augusta doutrina revelada… mistérios da Obra propalada pelo chefe muito religioso da ICM-PES, seja conveniente como encantamento dos incautos e instrumento de aprisionamento e manipulação dos obedientes e obtusos servos da Obra.

Nesta condição,  diáconos, mestres dos Seminários, obreiros e os referidos  representates do presbitério (pastores) anseiam e esperam pelo escondido na cartola ou na manga do paletó do mágico; e agrilhoados ao condicionamento místico-religioso da doutrina revelada além da letra, não mais conseguem enxergar o que está nas Escrituras SagradasO absurdo disfarce do poder camaleônico ficou introjetado na mente de cada icemita. Romper com esses entraves exige esforço indescritível.

O propósito deste artigo foi demonstrar em que resulta a alegoria (fantasia) na boca e na doutrina dos falsos mestres e incrédulos especializados na empulhação e na espiritualização de frases das Escrituras. 

Ora, a empulhação gera incrédulos e mata! A apostila em comento nos mostra que a Verdade do Evangelho ainda é mistério nesta ICM-OBRA, onde alegorias, dissimulações, espiritualizações das frases da Bíblia e o gasto e muito obtuso tipologês aparecem absolutos e indispensáveis no arranjo caracteristicamente dissimulado dos ensinos principais nos Seminários da Obra.

Os beatos dependentes e os obreiros subalternos aprenderam a confiar na crença do monarca muito religioso; e, deste modo dispensam o criterioso exame das Escrituras, bem como o exercício da fé no poder e sabedoria de Deus. E enquanto os valetes (escrevi valetes) dormem, os filhos do maligno incentivam o maranatês que continua crescendo qual joio no meio do trigo (Mt. 13.24-30,36-43). Laços do Diabo!

Por conseguinte, a doutrina revelada consegue encantar beatos, obreiros obtusos e pastores subalternos; mas não faz o mais mínimo sentido para os crentes firmes na “fé em Cristo Jesus” (Gl. 2.16) segundo as Escrituras; porque não somos “como os demais, que não têm esperança” (1 Ts. 4.13b). Mas logo aparecem decepções  falhas recorrentes, a ponto de obreiros dizererem: muita coisa está errada dentro desta igreja. Nesta condição de fidelidade a Cristo e às Escrituras Sagradas é que “seremos arrebatados… num abrir e fechar de olhos…” (1 Ts. 4.17; 1 Co. 15.52).

Portanto, ARREBATAMENTO JÁ!

Tenho por firme, que a porção das Escrituras que RECUSAMOS, é sempre aquela que nos torna INÚTEIS PARA O REINO DE DEUS. Cristão, escreva isto em seu espírito e esteja certo desta máxima. Dispensa demonstração por ser escrituristicamente verdadeira. Sua consciência já falou ai dentro do coração.

Você não precisa concordar comigo. Porém, NUNCA poderá dizer: ninguém me avisou.

NOTAS:

Artigo acrescido e revisado em 17.12.2011.

Artigo apresentado na Comunidade Já fui um Maranata em 31.08.2008. Daí em diante ele aparece em diversos Blogs e Sites. Atualização e re-estilização na data desta republicação.

Expressões e frases entre aspas e itálico pertencem à Almeida, RA-SBB. Aquelas sem aspas e em itálico aparecem em apostilas da ICM-PES.

(1) Antes que deletem, copie o conteúdo da apostila “Os Valentes da Obra” em http://doutrinarevelada.blogspot.com/2009/05/os-vanentes-da-obra-davi.html

(2) O Estatuto da ICM-PES emhttp://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=1278527&tid=2533346986709427110&na=4

(3) O cabalístico 37 é mais curioso do que se pensa. Os números 111, 222, 333, 444 etc., são todos múltiplos de 37, ou seja: multiplicando 37 por 3, 6, 9,… (seguindo a seqüência) obtêm-se estes mesmos números.

(4)  http://www.espada.eti.br/n1478.asp

(5) Gedelti V. T. Gueiros – Revista Personalidades – A Quarta Trombeta, ano IV, n. 13, 1998, pgs. 39-41. Neste mesmo sentido: Guia Verbo, 1a. ed., 2002, pgs. 20-30; VerboNews – Edição Especial – Editora e Marketing Ltda, n. 13, Ano 2, Abril de 2006, pgs. 20-24.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/09/a-obra-construindo-heresias/

igreja cristã maranata – Será que Deus esta nisso? NUNCA!!!

Para Lucky Costa disse:
28 de junho de 2012 às 10:58
Irmã Lucky isso acontece comigo também e creio que com muitos outros irmãos. Impressionante como parece que isso acontece em todos estados onde tem essa igreja. parece até coisa combinada, falam a mesma lingua, agem tudo igualzinho, só falta fazer um uniforme para se vstirem para se conhecerem uns aos outros, porque num geral, são todos formatados iguais.

Tinha pessoas que era raridade não almoçar na minha casa aos domingos, feriados prolongados viajamos sempre juntos para casa de nossos parentes e eu carregava um monte comigo, esses foram os primeiros a me isolar, a virar a cara, quando passo perto abaixam a cabeça. Parece até que cometi um crime horrendo.

Sei o que voce esta sentindo, aos pooucos Deus vai tirando essa mágoa de dentro da gente, na realidade nunca foram nossos amigos, hoje Deus ja olocou novos irmãos na nossa vida na igreja onde frequentamos, mas meu marido hoje se tornou mais arredio…. sabe aquela estória de gato escaldado? Até isso eles deixaram na gente, marcas terriveis que nos marcaram, nos deixaram mais pé a tras, desconfiados, para conseguir a confiança da gente agora só Deus porque não queremos sofrer mais. Perdemos amigos por causa de obra…obra..obra…

Será que Deus esta nisso? NUNCA!!!

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/06/discriminacao-e-preconceitos/#comment-13831

maranata – Fico indignando qdo o CV nega o clamor pelo sangue de Jesus e a consulta pra confirmação de dons. Fico indignado qdo vc fala que obreiros foram gerados na falsa unção

Fico indignando qdo o CV nega o clamor pelo sangue de Jesus e a consulta pra confirmação de dons. Fico indignado qdo vc fala que obreiros foram gerados na falsa unção. Tai escrito. Fui levantado deste jeito e to bem com a minha consciência. To em paz pq a palavra fala que a paz é o juiz das almas. Esta OBRA é revelada e nasceu na eternidade e pq duvidar? Eu sigo a Jesus. Vejo dons no GL, no GI e no CP e muitas experiências de OBRA. Tá na cara que a Obra de Davi não é bem compreendida por alguns dos nossos (considerados meia-solas) e pr. Gedelti está certo… mas valentes da OBRA compreendem a OBRA mas os caídos da Obra aproveutam de falha de homem pra pra pra jogar pedras. E vc. faz isso… Quem se levanta contra esta OBRA entra no inferno de ponta cabeça mas a OBRA avança…

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Bem, comecemos:

A indignação que não procede do Espírito de Cristo é coisa detestável: heresia, obra da carne e preconceitos religiosos. Indignado por que denuncio erros, fraudes e heresias? Este é o tipo de indignação que não se sustenta. Quando a indignação tem valor? Quando prospera no contexto do poder e sabedoria de Deus; pelo contrário, cai sobre a cabeça do indignado que aos seus olhos se acha justo. Farisaísmo condenado em um Sermão Público nas áreas do tempo em Jerusalém.

Caso a indignação fosse da parte de Deus, ainda que pelos beiços de mula surda, justa seria (diante da evidência de erros que eu porventura estivesse ensinando). Não é o caso. Não me importo com indignação daquele que condena a si mesmo por obedecer a homens insensatos e assim resistir ao Espírito de Cristo Jesus; porque é exemplo de crente na crença do chefe religioso. Denunciei o pior das heresias ensinadas na ICM-PES. Conteste se V. é capaz
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http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2010/03/o-desastre-da-heresia-icemita/
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Demonstre o erro no artigo, se é que V. consegue fazer distinção entre o santo e o profano.

Clamar pelo sangue de Jesus continua sendo heresia.
Depender de consulta alheatória para confirmar batismo com o Espírito Santo é heresia. Ensinar que a ICM-PES é a “igreja fiel e quem sai desta igreja não leva Jesus nem o Espírito Santo” é heresia.
Insistir em clamor, consulta e dons (de acordo com o PES) para “levantamento” de pastores é heresia. Erros em cima de erros.
Mostre no Novo Testamento um único exemplo de “levantamento” na base de bibliomancia, clamor pelo sangue de Jesus e dons heréticos. Conteste o artigo que segue
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http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2010/06/o-comeco-do-fim/
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Então, cúmplice é aquele que se submete às heresias de alguém que resiste ao que está na Palavra de Deus. Por isso os emissários do palácio da rainha desfigurada fazem-se CÚMPLICES com aquele que os autoriza a serem meros representantes da monarquia pseudocarismática.

Em mais de 100 (cem) artigos exponho algo do “evangelho da graça de Deus”, insistindo que o dono do rebanho apostatou-se da Fé. Centenas de postagens de diferentes concordam neste sentido. E me diga uma coisa: existe algum sinal de arrependimento em seu chefe religioso? Não? V. diz que segue a Jesus mas obedece a doutrina do PES, não é? Ora, se ele não se arrepende das heresias e V. concorda com ele, V. é exemplo de cumplicidade .

Indignado, escute: o retrato é feio e exatamente o que a Escritura fala a respeito desses tais (1 Jo. 2.18):“Filhinhos, já é a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também, agora, muitos anticristos têm surgido; pelo que conhecemos que é a última hora.”

Nas Escrituras encontramos exemplos de indignação que arrasta um juízo do Eterno e Todo-Poderoso:

1. Será que V. consegue entender a justa indignação de Deus no curso dos setenta anos de cativeiro na Babilônia? Mas está escrito (Zc. 1:12): “Então, o anjo do SENHOR respondeu: Ó SENHOR dos Exércitos, até quando não terás compaixão de Jerusalém e das cidades de Judá, contra as quais estás indignado faz já setenta anos?”

2. Será que V. consegue entender a justa indignação de Jesus com a dureza de coração dos judeus legalistas que se diziam povo separado mas na verdade era de duro coração? Mas olhe a indignação de Jesus na sinagoga (Mc. 3.5): “Olhando-os ao redor, indignado e condoído com a dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a mão. Estendeu-a, e a mão lhe foi restaurada.”

3. Se V. pudesse compreender o que é indignação que abre as portas para o dom de “discernimento de espíritos”, segndo as Escrituras (e não conforme a beatice dos filhos do gedeltismo) entenderia o que Lucas deixou a respeito (At. 16.18): “Isto se repetia por muitos dias. Então, Paulo, já indignado, voltando-se, disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, eu te mando: retira-te dela. E ele, na mesma hora, saiu.”

Então, estamos diante da seguinte situação: V. aparece com os jargões: “Esta OBRA… experiências de OBRA… Obra de Davi… valentes da OBRA compreendem a OBRA… caídos da Obra… levanta contra esta OBRA entra no inferno de ponta cabeça mas a OBRA avança…”. Fanático por futebol torcendo pelo seu time faz assim também. E V. está indignado porque denuncio ERROS, FRAUDES E HERESIAS.

Mas me diga: os cegos estão vendo? Os enfermos são curados? Os demônios são expulsos? Os cadeirantes, os coxos e os paralíticos saltam de alegria diante dos milagres? Os falsos profetas são desmascarados? Os Anannias e as Safiras estão caindo mortos diante da congregação dos santos? Os leprosos são purificados? Os mortos são ressuscitados? Não… não e não! É o que digo: a falsa unção nada consegue, não é?
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http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/11/a-falsa-uncao-gera-morte/
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Olha, estamos cansados de enganação e de falsos dons nos cultos proféticos. Dezenas de postagens neste SITE denunciam falsos dons, meias verdades, mentiras descaradas, profetadas e revelagens. Famílias inteiras sofrendo. Enquanto isto aquele que V. defende como líder, mestre dos mestres e “moisés da Obra” está na mira do inquérito criminal
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http://www.youtube.com/watch?v=jZikkT-6yr4
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O pior: este dominador do rebanho reconhece a existência dos meia-solas, eternos dependentes de engraxadas… Mas quem os criou? Quem lhes deu o fermento e os fez comer pão bolorento?
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http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/05/dominadores-do-rebanho-de-deus/
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http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/03/fabrica-de-meia-solas/
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http://www.myspace.com/video/vid/64405883
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Ora, os artigos deste SITE ensinam o crente em Jesus a tomar posse da armadura de Deus – toda a amadura – para que possam resistir no dia mau, vencer toda forma de erro e investida do Diabo e permanecerem inabaláveis (cf. Ef. 6.13); e este dia mau chegou para os icemitas. E quer saber? Quarenta e dois anos e milhares de famílias feridas. Não tenho outro modo de dizer: o gedeltismo falhou e o maranatismo está moribundo. Leia e conteste se tem condições:
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http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2010/05/a-noite-ja-chegou-para-os-icemitas/
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Não tenho prazer – nenhum prazer – em denunciar erros, fraudes, heresias, ilícitos penais penalmente puníveis, instigação de ódio, meias-verdades, mentiras, profetadas e revelagens que correm entre vocês como o fogo em palha seca.

O chefe religioso é o grande responsável por esses males e os filhos do gedeltismo são CÚMPLICES com o pai deles. Isto me entristece profundamente, pois, como diz a Escritura (Rm. 2.24): “…o nome de Deus é blasfemado entre os gentios por vossa causa.” Mas a Sociedade quer resposta e o Ministério Público está investigando. Leia
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http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/04/nota-a-imprensa/
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http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/03/o-clamor-publico/
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Olhe esta frase sua: “To em paz pq a palavra fala que a paz é o juiz das almas.” Eu disse: frase sua. Invenção sua. Se V. empregou o substantivo “palavra” querendo dizer “Bíblia”, dou-lhe um aviso: não ponha na boca de Deus palavras que Ele não disse, pois o SENHOR não o terá por inocente. Está escrito (Êx. 20.7): “Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão, porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.”

Por fim, conteste os artigos de cunho doutrinário, especialmente este. Dou-lhe o prazo de um ano. Escreva. Chame os melhores de sua igreja, distribua cópias, estudem o assunto em grupo, clamem, consultem, profetizem e redijam o texto. Se biblicamente, doutrinariamente e teologicamente demonstrarem erros eu reformo que disse e publico aqui com pedido de perdão publico.

Sem mais, esteja ciente da indignação de Deus com a apostasia em que o gedeltismo deixou a ICM-PES em um BECO SEM SAIDA.
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http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/08/beco-sem-saida/
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Seria mais sincero mudar a designação dessa igreja para: a igreja do beco sem saída, rua curral das ovelhas sem pastor – CEP 666 – Estado – moribunda e sem o Espírito Santo.

CV.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/03/castigo-definitivo/#comment-13485