maranata – teve alguma “dom” a respeitos dos desvios de dinheiro dentro do PES? sim porque não foi só durante esses 4 anos que a contabilidade está atrasada? de acordo com a declaração do vice ao PA-ICM-PES nº 01/2011 de 10.11.2011 esta prática já vem de a muito tempo, e sempre do conhecimento do Presidente do PES

De acordo com os registros da IPB, já na internet, a família Gueiros encabeçada por Gedelti Gueiros, fizeram uma rebelião dentro da Igreja Presbiteriana, simplesmente porque queriam o poder. E como já é do conhecimento de muitos, se seu irmão Gedaias tivesse sido levantado pastor presidente naquele momento, a ICM não existiria. Hoje vemos claramente que este homem queria única e exclusivamente o poder, tanto que está agarrado a ele até hoje. A maioria das Igrejas sérias tem eleições e mudança de comando por períodos determinados. Primeiro porque a alternância de poder, se faz necessário para que haja transparência e segundo porque ninguém é insubstituível.

Fico aqui com meus botões, como é fácil manipular as pessoas. Ninguém, inclusive eu, nunca fui conferir se a história do “tudo revelado” era verdade. Nunca olhamos os dois lados da história.

Tiro o chapéu pro senhor Pastor Gedelti, colocou todo mundo no bolso, nesses 40 anos de ICM. Mas não ao SENHOR, e ELE só demorou a mostrar, porque é longânimo pra perdoar e salvar. Ainda tem tempo pra se converter, se arrepender e se salvar.

E as pessoas vão dizer, mas levou tanto tempo assim pra enxergar? vocês não sabem o que é ouvir todos os dias, todas as horas que se reúne, em encontros na igreja ou fora, a palavra que os icemitas mais falam o “sinhô revelou”. E nunca aconteceu o que o sinhô revelou? Sim, algumas, pela misericórdia do SENHOR (porque ELE perdoa o tempo de ignorância), e muitos ali o servem com pureza e inteireza de coração, e o SENHOR fala a êsses.

Mas a quantidade dos “dons” que também não aconteceram e não acontecem é grande e devastador. Com prejuízos espirituais, emocionais, materiais e morais irreparáveis. E sem nenhuma defesa. Ah! Antes que me esqueça, teve alguma “dom” a respeitos dos desvios de dinheiro dentro do PES? sim porque não foi só durante esses 4 anos que a contabilidade está atrasada? de acordo com a declaração do vice ao PA-ICM-PES nº 01/2011 de 10.11.2011 esta prática já vem de a muito tempo, e sempre do conhecimento do Presidente do PES.

Nesses mais de 40 anos vimos todas as demais denominações evangélicas, serem apelidadas de “mescla”, “religião”, “movimento” e por aí vai, mas particularmente a Igreja Presbiteriana foi, menosprezada, achincalhada, ridicularizada e massacrada pelos Pastores Gedelti e Amadeu, em todas as vezes que tiveram oportunidade, simplesmente porque a Igreja Presbiteriana tem somente a BÍBLIA como única orientadora para a pratica de fé e condução pra vida eterna.

Vejamos, uma igreja com mais de 500 anos, onde seus seguidores ao longo de sua história( é só pesquisar ), foram perseguidos e mortos por amor ao Evangelho de JESUS, e outra com um pouquinho mais de 40 anos, que apareceu por causa do amor próprio ferido, de não conseguiu o poder que queria naquele momento, e usou sempre de revelações do sinhô, para que fossem incontestáveis as suas orientações, e assim se manter no poder(como um ditador) e nos manter submissos, por temor de que fossem realmente do SENHOR.

Graças a DEUS, estamos nos desmaranatizando, a razão tomando conta das nossas mentes, como pessoas equilibradas e conferindo todas as coisas nas ESCRITURAS SAGRADAS, não mais guiados pelos “ensinos revelados além da letra”, nem do medo das pragas proferidas, mas nas doces e mansas PALAVRAS DE JESUS, através da verdade e do seu grande amor.

Nos desculpe Igreja Presbiteriana, pela mentira repetida por mais de 40 anos, que acabou se tornando uma verdade . Nos perdoe, pela arrogância, prepotência e falta de consideração do “nosso poderoso chefe”, que tantas vezes, como palhaços, achávamos graça das suas piadas de mau gosto, outras glórias e aleluias quando era massacrada, e a ICM endeusada como a “Obra perfeita”. Além de tudo isso ser muito feio é uma tremenda falta de educação e respeito, falar mau dos outros.

Hoje com os olhos da razão a vejo como uma Instituição séria, como tantas outras que tem pregado o Evangelho, onde todos os empreendimentos realizados são sucesso, diferentemente da ICM-PES (hospital, escola, plano de saúde), todos fracassados e devidamente consultados e revelados pelo “sinhô” .

Que 2012 nós possamos nos espelhar única e exclusivamente nos ensinamentos de JESUS, e pensarmos racionalmente, com os pés no chão, olhos bem abertos e sem medo, para não mais sermos guiados por cegos, mas somente pelo SENHOR e sua PALAVRA.

E repetindo o que o pastor Gedelti gosta muito de falar no Maanaim. “Em terra de cego, quem tem um olho é rei”. Te caiu como uma luva, Pastor Gedelti.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/05/apaixonei-me-pela-obra-e-agora/comment-page-2/#comment-10190

igreja cristã maranata – “A OBRA”: CONSTRUINDO HERESIAS

“Levantou-me o Espírito, e ouvi por detrás de mim uma voz de grande estrondo, que, levantando-se do seu lugar, dizia:Bendita seja a glória do SENHOR.”

(Ez. 3.12)

A apostila Os Valentes da Obra (1) evidencia que a mentalidade (conduta) de Obra – da qual é bem difícil alguém dela ficar livre – construída ao longo do tempo, é capaz de,  noite e dia, operar na imaginação dos beatos, desavisados obreiros e desencorajados pastores corrompidos pela heresia icemita e ainda agrilhoados ao misticismo pseudocarismático do sistema.

Buscar entendimento oculto das Escrituras,  e espiritualizar expressões ou frases isoladas do contexto próximo e conteúdo geral, indo além do plano semântico da passagem, é enredar a membresia com  extravagâncias de interpretação. Método extremamente perigoso. Na alegoria ou espiritualização a mente do intérprete não se prende às exigentes regras da Hermenêutica Bíblica.

Entenda: não há como checar o que ele interpreta, e não merece confiança o que ele diz ser doutrina revelada ou palavra revelada. Nestes casos (alegoria ou espiritualização) o intérprete busca o pretenso sentido oculto do texto, fazendo disto o padrão único. O pior acontece, quando ele está enredado por bajuladores, falsos profetas ou pastores subalternos que o apoiam descaradamente e proclamam: Deus falou!

Evidentemente, na terra de cego quem tem um olho é caolho. Não duvide: o olhar caolho da doutrina revelada busca algo com que possa acirrar a empáfia religiosa, desacatar as Escrituras Sagradas e encantar com empulhação além do que está escrito e do jeito que está escrito. Cegos guiando cegos e o Diabo bate palmas.

Esteja atento e bem disposto para o que você vai ler, pensar e refletir.

Criando ilusões

Complicada, confusa, dispersiva e mal elaborada, a apostila Os Valentes de Davi – Valentes da Obra é anunciada com ares de doutrina revelada além da letra e mistérios da Obra que veio da eternidade; mas não passa de grandiloquente imbróglio embrulhado em absoluta incerteza. Certamente, este “além da letra” passou a  jargão do maranatês e pedra de tropeço para o gedeltismo.

I) A apostila Os Valentes de Davi – Valentes da da Obra aparece bem no início dos Seminários da Obra e encontrou lugar de destaque no palco das ilusões e mitos da então incipiente monarquia pseudocarismática. Conteúdo dissimulado de exclusivo e integral apoio ao mestre-mor, o expositor inigualável da palavra revelada que veio da eternidade. (sic)

apostila afirma que Davi é tipo de Cristo. A burla aparece logo no início do referido texto. Assim começa a espiritualização. Expressamente. Ora, por mais que admiremos o afável poeta, diligente guerreiro, homem de seis mulheres e rei de Israel, é absolutamente incorreto afirmar que Davi é tipo de Cristo. Nem o desobediente, idólatra, multimilionário, ocultista e polígamo Salomão serve de tipo do Espírito Santo (como ensina o mestre); mas na espiritualização é possível, especialmente quando o profeta de bolso estremece a fala e proclama: falei através do meu ungido…

Definitivamente, as Escrituras Sagradas jamais permitirão esse tipologês do mestre que ignora a Epístola aos Hebreus e demais Escrituras; mas coloca a inerrância da doutrina revelada além da letraacima da inerrância das Escrituras Sagradas, enquanto debocha e continua debochando dos que se dedicam a exercer fé em Jesus e biblicamente pensar e pensar teologicamente.

II) A apostila nada nos fala do “evangelho da graça de Deus” (At. 20.24) que chegou até nós (1 Pe. 1.10-12; 2 Pe. 1.16-18). Ela está carregada de alegorias, fantasias, ficções e malabarismos que distorcem a intenção do Espírito Eterno ao inspirar o hagiógrafo que proclama (2 Tm. 3.16-17):

“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.”

A espiritualização de frases das Escrituras facilmente gera a doutrina revelada em afronta ao conteúdo ético, gramatical, histórico, inerrante, judicial, legal, natural, profético, santo, teológico e verdadeiro das Escrituras Sagradas. Ainda mais grave é a discriminação, que faz com insensatas proclamações de ser a ICM-PES, exclusivamente, a Igreja fiel, a Obra do Espírito, a única que tem a doutrina revelada. Deste modo, a esperteza do mestre-mor cai sobre sua cabeça entorpecida com o erro.

III) Ares de cabala e numerologia aparecem entranhadas nisto que o icemita-mor denomina de mistérios da Obra. Espiritualizando a expressão “trinta e sete” em 2 Sm. 23.39b., ele orgulhosamente proclama: 37 valentes => 3 = trindade 7 = perfeição (Obra perfeita do Espírito Santo).

Então, perguntamos: Qual trindade? Que ObraObra perfeita em quê? Como alguém consegue encontrar a trindade a Obra perfeitaescondidinhas na frase isolada do conteúdo e contexto geral das Escrituras? Não pergunte ao mestre-mor, pois ele  nunca dará explicações e dirá: mistérios da Obra.

Nada obstante, a lista desses guerreiros é maior que a anterior e se completa com o rol descrito em 1 Cr. 11.10-47 e 12.1-22, onde estão mencionados “os principais valentes de Davi que o apoiaram valorosamente no seu reino, para o fazerem rei… e eram dos valentes que o ajudaram na guerra”.  O mestre-mor jamais conseguirá demonstrar, como é que as listas de guerreiros (homens) sanguinários possam ser modelos de pastores para o Novo Testamento; mas além de espiritualizar ele incluiu mulheres (casadas ou solteiras) pois insistiu (ênfase nossa):

Os valentes da Obra também são assim: a irmã que enfrenta o marido não crente todos os dias; o jovem que se dedica ao serviço no Maanaim; os que abrem mão do conforto fazendo as madrugadas; a irmã que entende a revelação e abre mão da calça comprida; os pastores e obreiros que viajam; os trabalhadores do Maanaim; os que se gastam pela Obra.

Neste passo, a espiritualização da frase “trinta e sete” contraria o contexto, deixando-o completamente esvaziado de integração com o restante da Revelação Proposicional. E eis a empáfia icemita com mais um capítulo da doutrina revelada!  Não é verdade que mitos não precisam de sustentação?Ora, esse  esperto icemita intérprete dos intérpretes insistiu em chamar este blefe esquizofrênico demistérios da Obra.

IV) Assim, desde que o construtor de heresias afirma que 3 é o número da trindade, ele cai num círculo vicioso; porque o número 3aparece 14 vezes em 2 Sm. 23.1-39. Isolar somente o último versículo? O que acontecia na mente do pensante? Por que a atenção especial aocabalístico numero 37? Quem o inspirava? Quem o estimulava a dar continuidade à heresia? Só encontro esta resposta: ao espiritulizar“trinta e sete” intencionalmente, o mestre mergulhou a membresia no pior teologismo…

Considerando que o olhar caolho é capaz de dissimular e gerar a nebulosa revelação além da letra para cada frase das Escrituras; diante das 14 ocorrências do número 3 ao longo de 2 Sm. 23.1-39, o beato ignorante dará como correto: 3 (a trindade) e 14 > 2 x 7 (a dupla porção do valente da obra perfeita); e plenamente satisfeito o mestre dirá:  ele entendeu a Obra. Mas, o que se observa nestes casos é o seguinte: definitivamente o erro do mestre está introjetado na mente desse servo da Obra Maravilhosa.

Contra-golpeando esta palavra revelada, melhor será: 3 x 14 = 42 > 4+2 = 6 > número daqueles que aprisionam beatos e com mãos de ferro dominam os rebanhos de Deus. Dominadores, falsos mestres e falsos profetas nunca são transparentes.

V) A fim de entendermos o dano da espiritualização intencionalde frases da Bíblia e os malefícios decorrentes, o olhar caolho do construtor de heresias abusa da expressão bíblica “além da letra”, com o exclusivo e nefasto propósito de aprisionar os beatos com o jargão:Hoje a Obra é a igreja que compõe os 37 valentes.

Esteja certo de que este jargão é apresentado e reiterado com ares de augusta, inerrante e maravilhosa verdade… e os formatados dizem:Amém!

Infelizmente, o mestre-mor conseguiu introjetar na mente dos servos da Obra o enigmático e ininteligível status de valentes da Obra; porém, os erros e fracassos grosseiros nos cultos proféticos mostram que de valentes nada tem. Os retirantes que o digam…

VI) Aquele que elabora e institucionaliza jargões, descobriu que, de lerdos, beatos, formatados, obreiros e pastores subalternos nunca pensam; e por nunca pensarem, nunca exercem fé nas Escrituras, na sabedoria e no poder de Deus (cf. Rm. 1.16.17; 1 Co. 1.24), exatamente, por estarem empanzinados com doutrina revelada além da letra.

Beatos  encantados com a linguagem do não-pensamento facilmente se deixam FORMATAR nos modes do gedeltismo (eclesiasticismo fiosófico, místico, monárquico pseudocarismático) que nada tem de Evangelho de Deus. Esta linguagem do não-pensar, além de gerar jargões, franqueia portas para o falso profetismo que corre nasunidades locais da ICM-OBRA como fogo em palha seca e abre portas pa a ação de espíritos de engano.

Icemitas em geral e especialmente os formatados servos da Obraaprenderam a ecoar jargões. Ciclo vicioso! Quando alguém lhes pede a razão da fé, exlamam: OBRA MARAVILHOSA! Porém, se confrontados com o que Deus disse, do jeito que Ele disse,  eles respondem com agressões e maldições que aprenderam com a Mensagem Para Pastores 2007.

Infelizmente, a elite das elites dos icemitas (clero superior) e os pastores subalternos (crero inferior) depositam fé nos jargões do mestre muito religioso. Não tenho outro modo de dizer: eles depositam fé na crença do chefe icemita, por serem “néscios e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram” (Lc. 24.25).

Neste contexto o maranatês identifica a linguagem do formatado servo da Obra. Esta formatação é conseqüência direta de algo eminentemente e intencionalmente ocultista: A FALSA UNÇÃO.

Insistindo na insanidade religiosa

O argumento de fundo é este: o mestre-mor espiritualizou a frase “trinta e sete”, e apresentou o que denominadoutrina revelada além da letra, querendo dizer que o ministério da Obra Maravilhosa é para valentes que, neste sentido estão dotados da mesma estirpe dos arrolados “valentes de Davi”.

Ora, fosse incontroverso esse argumento, deveria merecer confirmação e  pleno respaldo das Escrituras. Mas este ensino pseudocarismático resiste ao exame das Escrituras? Evidentemente, NÃO!

Portanto, cabe a pergunta: é possível espiritualizar a frase “trinta e sete” com outros contornos?

VII) Sim, é possível. E até bem entremeados com ensinos e expressões proféticas das Escrituras com dramaticidade e peso; ainda mais, porque a frase “trinta e sete” aparece inserida no curto versículo 39 do capítulo em comento. Nele está inserido o número 37, cabalisticamente considerado o número fixo do destino. (3)

Então, a partir do cabalístico número 3 de que o icemita-mor lançou mão para introduzir na ICM-OBRA a alegada e mística palavra revelada, também chamada de mistério da Obra, formulemos a hipótese:

a.  3 > a tríade satânica (Ap. 16.13);
b.  > cada um dos “filhos do diabo” (Ef. 2.1-3; Jo. 8.44; 1 Jo. 3.10);
c.  7 > a obra perfeita do “príncipe que há de vir” (Dn. 8.25; 9.26);
d.  30 > 5 x 6 = cinco continentes dominados pelo “príncipe que há de vir” , ou seja: o Grande Homem Maçônico; ou
e.  30 > 3 x 10 = dez supernações (governo internacional) sob o jugo da trindade satânica (Dn. 2.28-43 cf. Ap. 13.1-8; 16.13);
f.   37 x 6 = 222 > a terça parte do mistério profético está revelada;
g.  222 > 2+2+2 = 6 > número do homem capacitado pelo Diabo, o pai da mentira (Jo. 8.44; Ap. 13.2b);
h.  222 > número a ser multiplicado por 3 para revelar o mistério da besta;
i.  666 > número da besta, a que sobe do mar, “pois é número de homem” (Ap. 13.18) aquele que receberá apoio do “falso profeta” (Ap. 16.13).

VIII)  Assim conjeturando, demonstro que a espiritualização de frases das Escrituras cria imbróglios dos mais ousados. Infelizmente, a cegueira espiritual de muitos os faz acreditar em doutrina revelada… mistérios da Obra. O pior acontece quando algum falso mestre declara:ossorrevelô! Ou lança mão do prestante profeta de bolso, que instigado pelo agregado que se esgueira nas sombras, irrompe com a profetada:DEUS FALOU!

Alguém dirá: esta hipótese não faz sentido. Então, lhes direi explicitamente: o que não faz sentido é a elite dessa falsa Obra Revelada continuar aprisionando os beatos e enganando obreiros e pastores subalternos com espiritualização da frase “trinta e sete” em 2 Sm. 23.39b., como o construtor de heresias exige e impõe. Somente um apóstata, dissociado da realidade, fanático, herético, ilusionista, ignorante ou mestre obstinado e tendencioso consegue falar de a trindade e a obra perfeita do Espírito Santo em 2 Sm. 23.39b. Absurdo! HERESIA!

Entendo que o formatado icemita, como medo de pecar contra a Obra Maravilhosa, nem percebe que mantém o cabalístico número 37introjetado na mente, porque ele é estimulado (inconscientemente) a querer ser mais um vale(n)te da Obra Revelada. Lamentavelmente, confiante nas meias verdades do mistério da Obra que veio da eternidade; e enganado nos cultos proféticos e nos Seminários da Obra com espiritualizações, profetadas e revelagens, o icemita de carteirinha desenvolve a espiritualidade esquizofrênica(alienação da realidade) no modelo proposto sistematicamente.

Infelizmente, o mestre-mor decompôs o cabalistico número 37com a intenção de proclamar que a trindade (qual delas?) está presente na Obra perfeita (perfeita em quê?), para a forma(ta)ção dosvalentes da Obra. De conformidade com esta palavra revelada essesservos da Obra ou valentes da Obra é que serão os notáveis, ou seja: homens capazes de apoiar  o chefe icemita e os balcões de negócios; defender o gedeltismo e  interesses da instituição monárquica e pseudocarismática. Corporatismo! Cumplicidade!

IX) Desde que o olhar caolho além da letra descobriu a trindade e a perfeição da Obra dentro da expressão “trinta e sete” inserida nas entranhas do curto versículo 39; ainda conjeturando e decompondo o número 39 (3 x 13) chegamos ao seguinte: 3 > número da tríade satânica; 13 > 6 + 7 = número do homem maligno e ocultista na mais perfeita rebelião contra Deus; porquanto é dito que 13 é o número de Satanás. (4)

Do mesmo modo, aplicando a esperteza do construtor em espiritualizar frases das Escrituras, diremos que o número 39 aponta o adorador do diabo, o homem maligno em sua completa depravação e revolta contra Deus.

Então, concluímos: na frase “trinta e sete” o olhar caolho “além da letra”  encontrou a trindade e a perfeição da obra; mas embaraçou-se na heresia que guarda, em suas entranhas, a intensificação do mal.

X) Portanto, se o olhar caolho do construtor de heresias da obra perfeita que veio da eternidade acredita em força e mistério dos números; e que certos segredos da doutrina revelada aparecem escondidinhos em expressões numéricas e frases isoladas das Escrituras; diremos que ele conseguiu construir e erguer a doutrina revelada ao nível de dogma negrumoso e ocultista. Portanto, este ensino é herético. ENSINO DE DEMÔNIOS!

Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino: prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina. Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas.

CONCLUSÃO

A astúcia da elite icemita está na  formatação e na  manipulação de obedientes obreiros que não-pensemfazendo-os crer movidos pelo espírito de obediência à Obra como fonte de autoridade espiritual e poder pentecostal para serem  valentes… muito valentes. Autoridade espiritual?, capacitação sobrenatural? poder pentecostal e valentia? onde estão na prática? O evitar de desmascarar os falsos profetas e o fugir de expulsar demônios demonstram a fraqueza dos valetes (escrevi valetes). Os erros grosseiros nos cultos proféticos – fatos incontroversos notórios e públicos – provam o contrário da lenga-lenga do mestre-mor.

A ordem do monarca é imperiosa: ABSORVAM A OBRA! Deste modo, o chefe muito religioso impõe o DON (Doutrinas, Orientações e Normas do Presbitério cf. arts. 5º e 25 do Estatuto da ICM-PES), constantemente manipulado pelo  icemita mestre dos mestres e exclusivo modelo dos 37 valentes (quem lê entenda).

Assim, o clero superior despeja a doutrina revelada sobre o clero inferior; e estes obrigam as unidades locais à INDISCUTÍVEL OBEDIÊNCIA. Nesse construto hierárquico de profetadas e revelagens avalia-se a capacidade do servo da Obra ser erguido à condição de defensor da instituição e mero representante do presbitério naunidades locais, conforme o Estatuto Icemita.

Buscar entendimento oculto das Escrituras, além do plano semântico da passagem, é espiritualizar frases consistindo emextravagâncias de interpretação em completa DESARMONIA com o que Deus disse, do jeito que Ele disse. Método extremamente perigoso. Na espiritualização de frases das Escrituras a mente do intérprete não se prende às exigentes regras da Hermenêutica Bíblica, e não há como checar o que ele interpreta. Neste passo, o gedeltismo busca o pretenso sentido oculto do texto, fazendo disto o único padrão… e fracassa. E fracassa quem o imita…

Caindo no engodo de espiritualização de frases das Escrituras, em Ap. 8.5 o mestre-mor cometeu o pior dos erros: destituiu a Cristo Jesus de Seu Apostolado, Messianato e Sumo Sacerdócio, declarando: (5)

Enquanto os anjos se preparam para atender às determinações do Todo Poderoso, o fogo do altar (símbolo do Espírito Santo) é jogado sobre a Terra para os homens, que recebem diretamente do altar o calor das chamas incendiárias do poder de Deus, onde o Espírito Santo age cada vez com mais intensidade em seus corações, como apelo e preparo aos fatos que sucederão, evitando surpresa, o medo e o terror próprio dos desavisados. É a misericórdia de Deus preparando o homem para receber com alegria as suas intervenções.

Mergulhando ainda mais nesta erronia esquizofrênica, o chefe icemita insistiu em que três das quatro trombetas do Apocalipse tocaram (se assim for, já estamos na grande tribulação) e a quarta trombeta equivale à “última trombeta” de 2 Co. 15.52; quando, então, a Igreja Fiel (leia-se: a ICM-PES) exclusivamente será arrebatada“num abrir e fechar de olhos”. Erro em cima de erro. Milenar é o ensino da Escritura (Jó 5.12-13):

“Ele (Deus) frustra as maquinações dos astutos, para que as suas mãos não possam realizar seus projetos. Ele apanha os sábios na sua própria astúcia; e o conselho dos que tramam se precipita.”

Não é, pois, de admirar, que a augusta doutrina revelada… mistérios da Obra propalada pelo chefe muito religioso da ICM-PES, seja conveniente como encantamento dos incautos e instrumento de aprisionamento e manipulação dos obedientes e obtusos servos da Obra.

Nesta condição,  diáconos, mestres dos Seminários, obreiros e os referidos  representates do presbitério (pastores) anseiam e esperam pelo escondido na cartola ou na manga do paletó do mágico; e agrilhoados ao condicionamento místico-religioso da doutrina revelada além da letra, não mais conseguem enxergar o que está nas Escrituras SagradasO absurdo disfarce do poder camaleônico ficou introjetado na mente de cada icemita. Romper com esses entraves exige esforço indescritível.

O propósito deste artigo foi demonstrar em que resulta a alegoria (fantasia) na boca e na doutrina dos falsos mestres e incrédulos especializados na empulhação e na espiritualização de frases das Escrituras. 

Ora, a empulhação gera incrédulos e mata! A apostila em comento nos mostra que a Verdade do Evangelho ainda é mistério nesta ICM-OBRA, onde alegorias, dissimulações, espiritualizações das frases da Bíblia e o gasto e muito obtuso tipologês aparecem absolutos e indispensáveis no arranjo caracteristicamente dissimulado dos ensinos principais nos Seminários da Obra.

Os beatos dependentes e os obreiros subalternos aprenderam a confiar na crença do monarca muito religioso; e, deste modo dispensam o criterioso exame das Escrituras, bem como o exercício da fé no poder e sabedoria de Deus. E enquanto os valetes (escrevi valetes) dormem, os filhos do maligno incentivam o maranatês que continua crescendo qual joio no meio do trigo (Mt. 13.24-30,36-43). Laços do Diabo!

Por conseguinte, a doutrina revelada consegue encantar beatos, obreiros obtusos e pastores subalternos; mas não faz o mais mínimo sentido para os crentes firmes na “fé em Cristo Jesus” (Gl. 2.16) segundo as Escrituras; porque não somos “como os demais, que não têm esperança” (1 Ts. 4.13b). Mas logo aparecem decepções  falhas recorrentes, a ponto de obreiros dizererem: muita coisa está errada dentro desta igreja. Nesta condição de fidelidade a Cristo e às Escrituras Sagradas é que “seremos arrebatados… num abrir e fechar de olhos…” (1 Ts. 4.17; 1 Co. 15.52).

Portanto, ARREBATAMENTO JÁ!

Tenho por firme, que a porção das Escrituras que RECUSAMOS, é sempre aquela que nos torna INÚTEIS PARA O REINO DE DEUS. Cristão, escreva isto em seu espírito e esteja certo desta máxima. Dispensa demonstração por ser escrituristicamente verdadeira. Sua consciência já falou ai dentro do coração.

Você não precisa concordar comigo. Porém, NUNCA poderá dizer: ninguém me avisou.

NOTAS:

Artigo acrescido e revisado em 17.12.2011.

Artigo apresentado na Comunidade Já fui um Maranata em 31.08.2008. Daí em diante ele aparece em diversos Blogs e Sites. Atualização e re-estilização na data desta republicação.

Expressões e frases entre aspas e itálico pertencem à Almeida, RA-SBB. Aquelas sem aspas e em itálico aparecem em apostilas da ICM-PES.

(1) Antes que deletem, copie o conteúdo da apostila “Os Valentes da Obra” em http://doutrinarevelada.blogspot.com/2009/05/os-vanentes-da-obra-davi.html

(2) O Estatuto da ICM-PES emhttp://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=1278527&tid=2533346986709427110&na=4

(3) O cabalístico 37 é mais curioso do que se pensa. Os números 111, 222, 333, 444 etc., são todos múltiplos de 37, ou seja: multiplicando 37 por 3, 6, 9,… (seguindo a seqüência) obtêm-se estes mesmos números.

(4)  http://www.espada.eti.br/n1478.asp

(5) Gedelti V. T. Gueiros – Revista Personalidades – A Quarta Trombeta, ano IV, n. 13, 1998, pgs. 39-41. Neste mesmo sentido: Guia Verbo, 1a. ed., 2002, pgs. 20-30; VerboNews – Edição Especial – Editora e Marketing Ltda, n. 13, Ano 2, Abril de 2006, pgs. 20-24.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/09/a-obra-construindo-heresias/

maranata de gedelti gueiros – andando no centro do erro – contaminada desde o início

A OBRA: Andando no Centro do Erro

“A OBRA”: ANDANDO NO CENTRO DO ERRO
“Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai
os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas
têm saído pelo mundo fora.
Nisto conheceis o Espírito de Deus: todo espírito que
confessa que Jesus veio em carne é de Deus; e todo espírito que
não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é
o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem
e, presentemente, já está no mundo.
Filhinhos, vós sois de Deus e tendes vencido os falsos
profetas, porque maior é aquele que está em vós do que aquele
que está no mundo. Eles procedem do mundo; por esta razão
falam da parte do mundo, e o mundo os ouve.
Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus nos ouve;
aquele que não é da parte de Deus não nos ouve. Nisto
reconhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro.” 1 João.
4.1-6
A ICM-PES foi contaminada, desde o início, em QUATRO QUESTÕES
de grande importância:
a) “discernimento de espíritos”;
b)interpretação de sonhos e de visões;
c) impedimentos na educação não formal;
e d) proibição na educação formal teológica de pastores.
A contaminação começou bem no início, a partir de Vila Velha –
ES, nas reuniões dominicais de membros do Presbitério. A duras penas os
“Valentes da Obra” começavam a aprender que na OBRA manda quem pode e
obedece quem tem juízo. Faltar àquelas convocações… nem pensar.
A falta de ardente desvelo – individual – pelo ministério começava
a criar descontentamento e escavar lugares para as raízes de rebelião. Deste
modo, fomos muito prejudicados tanto no que diz respeito ao aprendizado não
formal de como interpretar revelações, sonhos e visões, quanto na intervenção
do bíblico “discernimento de espíritos”. Lamentavelmente, esta geração de
crédulos continua entorpecida com o erro… e gosta disto! O potencial destrutivo
está presente no ministério da ICM-PES.
Quero relatar algumas cenas que aconteceu. Perguntas sinceras
merecem respostas sinceras… e elas estão neste Tópico.
Certo membro da elite do Presbitério (1) elaborou uma apostilha
de interpretação dos chamados “dons espirituais”, distribuição exclusiva para
os pastores, logo considerada manual de interpretação de dons (que abrevio:
MID), cujo conteúdo estava mais para literatura de banca de jornal do que
competentes fundamentos a respeito de interpretação de dons; e o que deveria
servir de bênção na educação não formal dos aprendizes dificultava, em muito,
o bíblico “discernimento espiritual”.
Consultar (abrir, ler e fechar) a Bíblia fazia-se ininteligível e
mecânico, no mais das vezes entremeado com o anúncio: “revelação!” Deste
modo, a criteriosa demonstração do MID foi ficando para traz… e os erros
começaram. E foram muitos desacertos encobertos com o esperto “jogo de
cintura”. Desde então, sobre os pastores pesava (e ainda pesa) a mesma
resposta de Cristo Jesus aos orgulhosos saduceus (Mt. 29.29): “Errais, não
conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus”! Se nos deixamos ficar na
mesma maneira de viver dos inimigos de Jesus, que glória nos restava?
Naquelas antigas convocações dominicais, consultado o “dom”,
aguardava-se o augusto “discernimento”, nunca relacionado com o contexto
das Doutrinas Cristãs Fundamentais, nem com as Escrituras Sagradas. A
inusitada pressa em se apresentar com o “discernimento” aliado ao esforço na
construção de heresias (2) fazia do primaz inigualável malabarista. Diante do
“dom” ininteligível ele conseguia desviar a atenção dos presentes e enchia o
tempo com longos sermões, certo que a credulidade dos presentes sustentava
a linguagem do não-pensamento. Ele gostava (e gosta) de exercer a primazia!
Nenhum de nós poderia imaginar o que hoje se vê como frutos de
nossos desacertos e de deturpação das Escrituras (3). Por oportuno, a
credulidade, a linguagem do não-pensamento, o afastamento das Escrituras, o
excesso de confiança nos membros da elite e o impedimento para a adequada
educação não formal cada vez mais nos colocava em uma desagradável
posição: ANDANDO NO CENTRO DO ERRO.
Nesta condição, a influência da apostilha era fato inconsciente e
incontestável. As sementes da incorreta interpretação estavam sendo
plantadas na mente dos pastores, a maioria deles ordenados por “dons”, a
moda da casa. Algum estudioso poderia dizer que o “consciente coletivo” (4) da
denominação estava em formação para as gerações. Cores, números e
símbolos oníricos eram “interpretados” em meio aos desacertos; e, de costume,
entraram no ensino e pregação com as nuances de “doutrina revelada” (5).
• AEROPORTO – a OBRA se expande rapidamente;
• ÁGUIA – a OBRA vê novos horizontes;
• ANJOS – a OBRA está na eternidade;
• BATISMO – a OBRA oferece uma fé renovada;
• BICICLETA – esforço individual atrapalha a OBRA;
• BOLSA – o controle do dinheiro é on-line e para o futuro da OBRA;
• BORBOLETA – a OBRA saiu do casulo e está em crescente metamorfose;
• CABELOS COMPRIDOS – as revelações para o Corpo da Obra emergem do PES;
• CACHORROS LATINDO – a caravana da OBRA continua na caminhada do deserto;
• CADÁVER – o que sai da OBRA não tem jeito: morre sem salvação;
• CAJADO – a OBRA está no comando das denominações;
• CANHÕES – os dons da OBRA atingem as distâncias da eternidade;
• CAMELO – a OBRA está abastecida para atravessar os desertos;
• CAMINHÃO CARREGADO – a bênção espiritual da OBRA para os encontros no
Maanaim;
• CAMPO DE BATALHA – a OBRA de Davi está vencendo a Casa de Saul;
• CHUVAS SERÔDIAS – a abundância de dons e maravilhas da OBRA;
• ESCADA – a ascensão e transformações da OBRA;
• ESCURIDÃO – na OBRA estamos livres de recursos e religião dos homens;
• ESPADA BIGÚMEA – o discernimento “além da letra” é exclusivo da OBRA;
• ESPELHO – a OBRA mostra o modelo para as igrejas;
• FLORES – a graciosa sensibilidade dos “dons” que operam na OBRA;
• FORMIGAS – os servos da OBRA obedecem às normas e orientações do
Presbitério;
• HOSPITAL – somente a OBRA oferece socorro os feridos da religião;
• INCÊNDIO – as bênçãos espirituais são para os servos da OBRA;
• MÃO – os 05 dons do ministério de Cristo atuam na OBRA;
• MINA DE OURO – a doutrina revelada é exclusiva e para a OBRA;
• ÓCULOS – o discernimento espiritual de que a OBRA é modelo;
• PADARIA – na OBRA o pão quentinho é servido a cada dia;
• PROFESSOR – a OBRA é mestra das demais igrejas;
• TANQUES DE GUERRA – os valentes gerados na OBRA;
• TRIGO – o alimento da OBRA prevalece contra o joio da religião.
Portanto, a fim de que o “dom” (revelação, sonho ou visão)
confirmado pela consulta apresentasse algo convincente, o dominador do
rebanho entrava em cena. No mais das vezes, certo sonho ou visão dava
margem a cansativos “discernimentos” de mais de hora, entremeados com
dezenas de jargões surrados do tipo: “a Obra”; “eternidade da Obra”; “inimigo
da Obra”; “nesta Obra”; “porque a Obra”; “quem sai da Obra” etc. O jogo de
cintura do mestre demonstrava esperteza que gerou “a mentalidade de Obra” –
que mediocridade! O modelo de “discernimento” entrou na experiência
(educação não formal) dos pastores e na formação da “doutrina revelada”, hoje
institucionalizada, dando margem à intrusão de graves heresias, como
denunciamos (6), (7).
Sendo a manifestação do dom de “discernimento de espíritos” (1
Co. 12. 10, gr. diakriseis pneumaton) algo de desejo imprescindível e intenso,
segundo o padrão do Novo Testamento, a evidência deste carisma poderoso
somente pode ser demonstrado no contexto da fé e obediência às Escrituras.
De Deus não se zomba! Forçosamente, a revelação deste dom tem como
Fonte o Espírito de Cristo Jesus. Ora, a ação divina que comunica a
manifestação deste “carisma” à “igreja de Deus… corpo de Cristo”, comunica o
absoluto ao examinar, desde a raiz, o que está escondido. O dom de
“discernimento de espíritos” examina o desconhecido, o mais misterioso e
profundo das manifestações, prodígios e sinais, em especial quando agentes
do falso profetismo, deslealdade ministerial e os poderes do inferno estão
presentes.
Verdadeiramente, o dom de “discernimento de espíritos” é a ação
do Espírito de Deus invadindo o domínio do invisível onde os obreiros
pseudocarismáticos dissimulam intenções por darem ouvidos “a espíritos
enganadores e a ensinos de demônios”, conforme o ensino do apóstolo Paulo
(1 Tm. 4.1). Alguém acha que o líder do rebanho investigaria as possíveis
raízes satânicas do “dom” em consulta? Nem pensar! O fracasso na expulsão
de demônios, em ocasião anterior, deixara marcas e medo de repetir o
insucesso… evidenciando orgulho religioso! Então, “para que cutucar o inimigo
com vara curta” (ele dizia), se esta investigação poderia colocar outro pastor da
Obra em situação de vexame? Mas o apóstolo João afirma (1 Jo. 4.1 – ênfase
nossa): “PROVAI OS ESPÍRITOS”. Porém, tal não aconteceu… e aqui começa
o desaparecimento do ministério dos evangelistas… mas isto é assunto para
outra ocasião.
CONCLUSÃO
A aparência de “crente espiritual” cimentou condutas pastorais e
fundamentou o orgulho religioso que hoje se vê no exclusivismo de “Obra
revelada”. A covardia, a cumplicidade e a infidelidade às Escrituras
prevaleceram. Nesta geração de crédulos o mal está enraizado.
Profundamente! O joio cresceu junto com o trigo, enquanto os obreiros
continuam dormindo… e ai daquele que acordar!
A augusta autoridade eclesiástica deu provas de que não
obedecia às Escrituras e nem exercia fé no poder de Deus. As falhas foram se
acumulando… e não quisemos reconhecer os erros, não pedimos perdão aos
que foram feridos com nossos desvios do bom caminho, cujos limites estão
traçados pelo Altíssimo Deus, como diz a Escritura (Is. 30.21; Jr. 6.16 – ênfase
nossa):
“Quando te desviares para a direita e quando te desviares para a
esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: ESTE
É O CAMINHO, ANDAI POR ELE. (…) Assim diz o SENHOR: Ponde-vos à
margem no caminho e vede, perguntai pelas veredas antigas, qual é O
BOM CAMINHO; ANDAI POR ELE E ACHAREIS DESCANSO PARA A
VOSSA ALMA; mas eles dizem: NÃO ANDAREMOS.”
As fantasias dos falsos mestres e dos falsos profetas andam
soltas como a imaginação das crianças sentadas nos cavalinhos do carrossel.
O carrossel gira e gira… e sobe e desce… mas continua no mesmo lugar, preso
ao centro, no lugar de destaque do parque de diversões. Enquanto
dançávamos as cirandas doutrinárias (cabala, chantagens doutrinárias,
construtos humanos, heresias, numerologias e vãs sutilezas) no Maanaim (8),
nós girávamos presos ao centro do erro e não percebíamos que a dominação
quadregenária estava em curso. Porém, o Espírito de Cristo Jesus pode
colocar freio nesta opressão.
As falsas profecias, falsas revelações e falsas visões são comuns
na “feira de dons”, conforme depoimentos em diversos Tópicos desta
Comunidade. Biblicamente pensando, dos que lá (ou aqui) estão quem não
inventou “dons”? E quem chorou arrependido do mal que fez aos seus irmãos?
Não há como negar que o dominador do rebanho não arreda o pé
do palácio da rainha desfigurada; porém, ele está ANDANDO NO CENTRO DO
ERRO. Não há como contestar, desmentir ou duvidar: cada vez mais a ICMPES
mergulha em apostasia (2 Ts. 2.3-4, gr. rebelião – a negação da fé em
Deus) individual e coletiva (10).
Neste contexto se entende a força dos arts. 5º, 25 e 26 do
constitutivo eclesial obrigando que todos aceitem “integralmente a doutrina,
normas e orientações espirituais emanadas do Presbitério”, pena de exclusão
sempre humilhante e sem direito de defesa.
O EVANGELHO DO ETERNO É ABSOLUTO. Nada existe no
Evangelho que aos pseudocarismáticos e sofistas possa satisfazer. O que
deixei registrado, o fiz, no âmbito das idéias e por amor ao Testemunho da
Verdade. Antigamente nenhum de nós podia manifestar-se, por melhor que
fossem nossas palavras. O cabresto e freio eram os instrumentos da retranca.
Nesta Comunidade, com amparo na Carta Magna, podemos manifestar nossas
opiniões que são respeitosas e verdadeiras.
Por temor de perder o que foi acumulado por orgulho que incita a
discriminação eclesiástica e o ódio religioso, como escapar dali sem angústias,
desilusões e traumas, se em defesa da fragilidade do sistema a elite das elites
“degola” os desafetos e destrói suas famílias? As ameaças continuam.
Se alguém já percebeu estar debaixo da autoridade de obreiros
pseudocarismáticos, LIVRE-SE DELES E DEPENDA EXCLUSIVAMENTE DO
ESPÍRITO DE CRISTO JESUS.
A Paz do Senhor Jesus.
NOTAS:.
Atenção: Retornando à Comunidade em 30.11.2008 escrevi A OBRA: CONSTRUINDO HERESIAS. Ao
postar o Tópico ainda não havia percebido que Natsu Kao já havia escrito o texto Refutando HERESIAS:
ALÉM DA LETRA (cabalismo) onde aparece a maioria dos símbolos que os mestres e pastores da ICMPES
emprega para animais, cores, materiais e objetos, na tentativa de “interpretar” o que passa na
cabeça de cada um daí surgindo a “doutrina revelada”. Em 07.01.2009 escrevi A OBRA: ANDANDO NO
CENTRO DO ERRO onde faço referência ao excelente trabalho de Natsu Kao.
Refutando HERESIAS: “ALÉM DA LETRA” (cabalismo)
.
.
(1) Pastores ordenados pela ICM são membros do Presbitério e denominados representantes do
Presbitério. Consulte art. 6º do Estatuto da ICM em
.
(2) “A OBRA”: CONSTRUINDO HERESIAS
.
(3) ENGANAÇÃO: MINISTRAÇÕES CONFUSAS E INCOMPLETAS…
.
(4) A mente humana, para Carl G. Jung, psicanalista, possui padrões de comportamento denominados
arquétipos, que são referências de valores e virtudes. Se a especulação jungiana é plausível, como
alguns insistem, na ICM-PES os fatos permitem ao estudioso alcançar o doutorado.
.
(5) A expressão “doutrina revelada” (e equivalentes) é bastante comum entre antigas seitas:
adventistas, cristadelfianos, mórmons, russelitas (testemunhas-de-jeová) e outras.
.
(6) “A OBRA”: LOUVOR COM GOSTO DE HERESIAS
.
(7) CRENTE FOLHA SOLTA VOANDO PRA LÁ E PRA CÁ
.
(8) Refutando HERESIAS: “ALÉM DA LETRA” (cabalismo)
.
(9) “A OBRA”: A DOMINAÇÃO QUADRAGENÁRIA!
.
(10) A BÍBLIA DE ESTUDO PENTECOSTAL – CPAD, p. 1903, oferece um bom estudo a respeito da
APOSTASIA PESSOAL.
.
(11) A esperada apostila (trechos) para Pastores da ICM
.
(12) MENSAGEM DE NATAL – PAZ E AMOR – PES
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