igreja cristã maranata – Fui para a Maranata em 1972 e sai de lá em 2002, exatamente 30 anos depois

Fui para a Maranata em 1972 e sai de lá em 2002, exatamente 30 anos depois.

Na primeira década estava completamente enganada, iludida, encantada e anestesiada. Na segunda as escamas de meus olhos começaram a cair mas ingenuamente achava que Deus entraria com providências pois a obra era Sua e Ele não a deixaria desamparada. Na terceira tive certeza absoluta que Deus nada faria pois toda a Sua vontade para a igreja já estava revelada no Novo Testamento. Mas mesmo assim continuei por comodismo.

Blindei meu coração criando um sistema de auto defesa contra heresias e desmandos. Ia à igreja só por causa das melodias dos corinhos embora soubesse que a grande maioria das letras era incompatível com as doutrinas bíblicas. Na hora das “mensagens” fechava meus ouvidos e minha mente viajava.
Na Maranata perdi literalmente minha alma. Via tudo de errado mas não tinha ânimo pra tomar uma decisão. Era um cadáver ambulante. Como disse Jesus aos dois discípulos no caminho de Emaús ó tardos e néscios de coração para entender tudo o que está escrito.

Conheci este blog a alguns meses por acaso e desde então leio quase que diariamente. Esta semana quando vi este espaço onírico não resisti a vontade de compartilhar um sonho que tive na segunda metade da década de 70 cujas imagens estão nítidas até hoje em minha mente.

Sonhei que estava no Maanaim e servia umas maçãs recheadas com doces. Apesar de ser uma iguaria exótica era gostosa e muito bem aceita por todos. Cheguei perto do Pr X (vou preserva o nome) que na época era professor de (X) e pedi a ele que degustasse aquela sobremessa. Ele olhava pra bandeja com um misto de indiferença e desconfiança e era o único que não comia.

Na época chequei a contar este sonho na reunião do grupo de intercessão de minha unidade local. Percebi que meu pastor não entendeu muito bem e a única coisa que disse era que o Pr (X) tinha discernimento por isso não comeu. (…) Só agora depois de quase 40 anos é que este sonho, que nunca consegui esquecer, começa a fazer sentido. (…) Graça e Paz!
.
.
Olá Retirante do Vale de Baca

Bem vinda.

Como dissemos, desde o início algo estava errado, muito errado mas nem todos percebiam.

Considerando “baca” (hb.) com o significado de “árido”, assim a expressão Vale de Baca (Sl. 84. 6) aponta aridez de determinado local. Decadência! Este o conteúdo latente do sonho. Era dor… dor crônica. Ficar no vale de Baca 30 anos… Meu Deus!

Diante da oferta de “maçãs” (que pode ser entendido como “dons”) na badeja, determinado pastor “…olhava pra bandeja com um misto de indiferença e desconfiança e era o único que não comia.” Levado o sonho ao grupo de intercessão, à época, o pastor local entendeu que a recusa em aceitar a “sobremesa” expressava agudeza de discernimento de quem recusara.

E foi assim…

E nada mudou.

O clamor é público.

Retirantes, lembrem-se da mulher Ló.

CV.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/08/sonhos-quando-ver-o-que-outros-nada-percebem/#comment-16477

igreja cristã maranata – “A OBRA”: CONSTRUINDO HERESIAS

“Levantou-me o Espírito, e ouvi por detrás de mim uma voz de grande estrondo, que, levantando-se do seu lugar, dizia:Bendita seja a glória do SENHOR.”

(Ez. 3.12)

A apostila Os Valentes da Obra (1) evidencia que a mentalidade (conduta) de Obra – da qual é bem difícil alguém dela ficar livre – construída ao longo do tempo, é capaz de,  noite e dia, operar na imaginação dos beatos, desavisados obreiros e desencorajados pastores corrompidos pela heresia icemita e ainda agrilhoados ao misticismo pseudocarismático do sistema.

Buscar entendimento oculto das Escrituras,  e espiritualizar expressões ou frases isoladas do contexto próximo e conteúdo geral, indo além do plano semântico da passagem, é enredar a membresia com  extravagâncias de interpretação. Método extremamente perigoso. Na alegoria ou espiritualização a mente do intérprete não se prende às exigentes regras da Hermenêutica Bíblica.

Entenda: não há como checar o que ele interpreta, e não merece confiança o que ele diz ser doutrina revelada ou palavra revelada. Nestes casos (alegoria ou espiritualização) o intérprete busca o pretenso sentido oculto do texto, fazendo disto o padrão único. O pior acontece, quando ele está enredado por bajuladores, falsos profetas ou pastores subalternos que o apoiam descaradamente e proclamam: Deus falou!

Evidentemente, na terra de cego quem tem um olho é caolho. Não duvide: o olhar caolho da doutrina revelada busca algo com que possa acirrar a empáfia religiosa, desacatar as Escrituras Sagradas e encantar com empulhação além do que está escrito e do jeito que está escrito. Cegos guiando cegos e o Diabo bate palmas.

Esteja atento e bem disposto para o que você vai ler, pensar e refletir.

Criando ilusões

Complicada, confusa, dispersiva e mal elaborada, a apostila Os Valentes de Davi – Valentes da Obra é anunciada com ares de doutrina revelada além da letra e mistérios da Obra que veio da eternidade; mas não passa de grandiloquente imbróglio embrulhado em absoluta incerteza. Certamente, este “além da letra” passou a  jargão do maranatês e pedra de tropeço para o gedeltismo.

I) A apostila Os Valentes de Davi – Valentes da da Obra aparece bem no início dos Seminários da Obra e encontrou lugar de destaque no palco das ilusões e mitos da então incipiente monarquia pseudocarismática. Conteúdo dissimulado de exclusivo e integral apoio ao mestre-mor, o expositor inigualável da palavra revelada que veio da eternidade. (sic)

apostila afirma que Davi é tipo de Cristo. A burla aparece logo no início do referido texto. Assim começa a espiritualização. Expressamente. Ora, por mais que admiremos o afável poeta, diligente guerreiro, homem de seis mulheres e rei de Israel, é absolutamente incorreto afirmar que Davi é tipo de Cristo. Nem o desobediente, idólatra, multimilionário, ocultista e polígamo Salomão serve de tipo do Espírito Santo (como ensina o mestre); mas na espiritualização é possível, especialmente quando o profeta de bolso estremece a fala e proclama: falei através do meu ungido…

Definitivamente, as Escrituras Sagradas jamais permitirão esse tipologês do mestre que ignora a Epístola aos Hebreus e demais Escrituras; mas coloca a inerrância da doutrina revelada além da letraacima da inerrância das Escrituras Sagradas, enquanto debocha e continua debochando dos que se dedicam a exercer fé em Jesus e biblicamente pensar e pensar teologicamente.

II) A apostila nada nos fala do “evangelho da graça de Deus” (At. 20.24) que chegou até nós (1 Pe. 1.10-12; 2 Pe. 1.16-18). Ela está carregada de alegorias, fantasias, ficções e malabarismos que distorcem a intenção do Espírito Eterno ao inspirar o hagiógrafo que proclama (2 Tm. 3.16-17):

“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.”

A espiritualização de frases das Escrituras facilmente gera a doutrina revelada em afronta ao conteúdo ético, gramatical, histórico, inerrante, judicial, legal, natural, profético, santo, teológico e verdadeiro das Escrituras Sagradas. Ainda mais grave é a discriminação, que faz com insensatas proclamações de ser a ICM-PES, exclusivamente, a Igreja fiel, a Obra do Espírito, a única que tem a doutrina revelada. Deste modo, a esperteza do mestre-mor cai sobre sua cabeça entorpecida com o erro.

III) Ares de cabala e numerologia aparecem entranhadas nisto que o icemita-mor denomina de mistérios da Obra. Espiritualizando a expressão “trinta e sete” em 2 Sm. 23.39b., ele orgulhosamente proclama: 37 valentes => 3 = trindade 7 = perfeição (Obra perfeita do Espírito Santo).

Então, perguntamos: Qual trindade? Que ObraObra perfeita em quê? Como alguém consegue encontrar a trindade a Obra perfeitaescondidinhas na frase isolada do conteúdo e contexto geral das Escrituras? Não pergunte ao mestre-mor, pois ele  nunca dará explicações e dirá: mistérios da Obra.

Nada obstante, a lista desses guerreiros é maior que a anterior e se completa com o rol descrito em 1 Cr. 11.10-47 e 12.1-22, onde estão mencionados “os principais valentes de Davi que o apoiaram valorosamente no seu reino, para o fazerem rei… e eram dos valentes que o ajudaram na guerra”.  O mestre-mor jamais conseguirá demonstrar, como é que as listas de guerreiros (homens) sanguinários possam ser modelos de pastores para o Novo Testamento; mas além de espiritualizar ele incluiu mulheres (casadas ou solteiras) pois insistiu (ênfase nossa):

Os valentes da Obra também são assim: a irmã que enfrenta o marido não crente todos os dias; o jovem que se dedica ao serviço no Maanaim; os que abrem mão do conforto fazendo as madrugadas; a irmã que entende a revelação e abre mão da calça comprida; os pastores e obreiros que viajam; os trabalhadores do Maanaim; os que se gastam pela Obra.

Neste passo, a espiritualização da frase “trinta e sete” contraria o contexto, deixando-o completamente esvaziado de integração com o restante da Revelação Proposicional. E eis a empáfia icemita com mais um capítulo da doutrina revelada!  Não é verdade que mitos não precisam de sustentação?Ora, esse  esperto icemita intérprete dos intérpretes insistiu em chamar este blefe esquizofrênico demistérios da Obra.

IV) Assim, desde que o construtor de heresias afirma que 3 é o número da trindade, ele cai num círculo vicioso; porque o número 3aparece 14 vezes em 2 Sm. 23.1-39. Isolar somente o último versículo? O que acontecia na mente do pensante? Por que a atenção especial aocabalístico numero 37? Quem o inspirava? Quem o estimulava a dar continuidade à heresia? Só encontro esta resposta: ao espiritulizar“trinta e sete” intencionalmente, o mestre mergulhou a membresia no pior teologismo…

Considerando que o olhar caolho é capaz de dissimular e gerar a nebulosa revelação além da letra para cada frase das Escrituras; diante das 14 ocorrências do número 3 ao longo de 2 Sm. 23.1-39, o beato ignorante dará como correto: 3 (a trindade) e 14 > 2 x 7 (a dupla porção do valente da obra perfeita); e plenamente satisfeito o mestre dirá:  ele entendeu a Obra. Mas, o que se observa nestes casos é o seguinte: definitivamente o erro do mestre está introjetado na mente desse servo da Obra Maravilhosa.

Contra-golpeando esta palavra revelada, melhor será: 3 x 14 = 42 > 4+2 = 6 > número daqueles que aprisionam beatos e com mãos de ferro dominam os rebanhos de Deus. Dominadores, falsos mestres e falsos profetas nunca são transparentes.

V) A fim de entendermos o dano da espiritualização intencionalde frases da Bíblia e os malefícios decorrentes, o olhar caolho do construtor de heresias abusa da expressão bíblica “além da letra”, com o exclusivo e nefasto propósito de aprisionar os beatos com o jargão:Hoje a Obra é a igreja que compõe os 37 valentes.

Esteja certo de que este jargão é apresentado e reiterado com ares de augusta, inerrante e maravilhosa verdade… e os formatados dizem:Amém!

Infelizmente, o mestre-mor conseguiu introjetar na mente dos servos da Obra o enigmático e ininteligível status de valentes da Obra; porém, os erros e fracassos grosseiros nos cultos proféticos mostram que de valentes nada tem. Os retirantes que o digam…

VI) Aquele que elabora e institucionaliza jargões, descobriu que, de lerdos, beatos, formatados, obreiros e pastores subalternos nunca pensam; e por nunca pensarem, nunca exercem fé nas Escrituras, na sabedoria e no poder de Deus (cf. Rm. 1.16.17; 1 Co. 1.24), exatamente, por estarem empanzinados com doutrina revelada além da letra.

Beatos  encantados com a linguagem do não-pensamento facilmente se deixam FORMATAR nos modes do gedeltismo (eclesiasticismo fiosófico, místico, monárquico pseudocarismático) que nada tem de Evangelho de Deus. Esta linguagem do não-pensar, além de gerar jargões, franqueia portas para o falso profetismo que corre nasunidades locais da ICM-OBRA como fogo em palha seca e abre portas pa a ação de espíritos de engano.

Icemitas em geral e especialmente os formatados servos da Obraaprenderam a ecoar jargões. Ciclo vicioso! Quando alguém lhes pede a razão da fé, exlamam: OBRA MARAVILHOSA! Porém, se confrontados com o que Deus disse, do jeito que Ele disse,  eles respondem com agressões e maldições que aprenderam com a Mensagem Para Pastores 2007.

Infelizmente, a elite das elites dos icemitas (clero superior) e os pastores subalternos (crero inferior) depositam fé nos jargões do mestre muito religioso. Não tenho outro modo de dizer: eles depositam fé na crença do chefe icemita, por serem “néscios e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram” (Lc. 24.25).

Neste contexto o maranatês identifica a linguagem do formatado servo da Obra. Esta formatação é conseqüência direta de algo eminentemente e intencionalmente ocultista: A FALSA UNÇÃO.

Insistindo na insanidade religiosa

O argumento de fundo é este: o mestre-mor espiritualizou a frase “trinta e sete”, e apresentou o que denominadoutrina revelada além da letra, querendo dizer que o ministério da Obra Maravilhosa é para valentes que, neste sentido estão dotados da mesma estirpe dos arrolados “valentes de Davi”.

Ora, fosse incontroverso esse argumento, deveria merecer confirmação e  pleno respaldo das Escrituras. Mas este ensino pseudocarismático resiste ao exame das Escrituras? Evidentemente, NÃO!

Portanto, cabe a pergunta: é possível espiritualizar a frase “trinta e sete” com outros contornos?

VII) Sim, é possível. E até bem entremeados com ensinos e expressões proféticas das Escrituras com dramaticidade e peso; ainda mais, porque a frase “trinta e sete” aparece inserida no curto versículo 39 do capítulo em comento. Nele está inserido o número 37, cabalisticamente considerado o número fixo do destino. (3)

Então, a partir do cabalístico número 3 de que o icemita-mor lançou mão para introduzir na ICM-OBRA a alegada e mística palavra revelada, também chamada de mistério da Obra, formulemos a hipótese:

a.  3 > a tríade satânica (Ap. 16.13);
b.  > cada um dos “filhos do diabo” (Ef. 2.1-3; Jo. 8.44; 1 Jo. 3.10);
c.  7 > a obra perfeita do “príncipe que há de vir” (Dn. 8.25; 9.26);
d.  30 > 5 x 6 = cinco continentes dominados pelo “príncipe que há de vir” , ou seja: o Grande Homem Maçônico; ou
e.  30 > 3 x 10 = dez supernações (governo internacional) sob o jugo da trindade satânica (Dn. 2.28-43 cf. Ap. 13.1-8; 16.13);
f.   37 x 6 = 222 > a terça parte do mistério profético está revelada;
g.  222 > 2+2+2 = 6 > número do homem capacitado pelo Diabo, o pai da mentira (Jo. 8.44; Ap. 13.2b);
h.  222 > número a ser multiplicado por 3 para revelar o mistério da besta;
i.  666 > número da besta, a que sobe do mar, “pois é número de homem” (Ap. 13.18) aquele que receberá apoio do “falso profeta” (Ap. 16.13).

VIII)  Assim conjeturando, demonstro que a espiritualização de frases das Escrituras cria imbróglios dos mais ousados. Infelizmente, a cegueira espiritual de muitos os faz acreditar em doutrina revelada… mistérios da Obra. O pior acontece quando algum falso mestre declara:ossorrevelô! Ou lança mão do prestante profeta de bolso, que instigado pelo agregado que se esgueira nas sombras, irrompe com a profetada:DEUS FALOU!

Alguém dirá: esta hipótese não faz sentido. Então, lhes direi explicitamente: o que não faz sentido é a elite dessa falsa Obra Revelada continuar aprisionando os beatos e enganando obreiros e pastores subalternos com espiritualização da frase “trinta e sete” em 2 Sm. 23.39b., como o construtor de heresias exige e impõe. Somente um apóstata, dissociado da realidade, fanático, herético, ilusionista, ignorante ou mestre obstinado e tendencioso consegue falar de a trindade e a obra perfeita do Espírito Santo em 2 Sm. 23.39b. Absurdo! HERESIA!

Entendo que o formatado icemita, como medo de pecar contra a Obra Maravilhosa, nem percebe que mantém o cabalístico número 37introjetado na mente, porque ele é estimulado (inconscientemente) a querer ser mais um vale(n)te da Obra Revelada. Lamentavelmente, confiante nas meias verdades do mistério da Obra que veio da eternidade; e enganado nos cultos proféticos e nos Seminários da Obra com espiritualizações, profetadas e revelagens, o icemita de carteirinha desenvolve a espiritualidade esquizofrênica(alienação da realidade) no modelo proposto sistematicamente.

Infelizmente, o mestre-mor decompôs o cabalistico número 37com a intenção de proclamar que a trindade (qual delas?) está presente na Obra perfeita (perfeita em quê?), para a forma(ta)ção dosvalentes da Obra. De conformidade com esta palavra revelada essesservos da Obra ou valentes da Obra é que serão os notáveis, ou seja: homens capazes de apoiar  o chefe icemita e os balcões de negócios; defender o gedeltismo e  interesses da instituição monárquica e pseudocarismática. Corporatismo! Cumplicidade!

IX) Desde que o olhar caolho além da letra descobriu a trindade e a perfeição da Obra dentro da expressão “trinta e sete” inserida nas entranhas do curto versículo 39; ainda conjeturando e decompondo o número 39 (3 x 13) chegamos ao seguinte: 3 > número da tríade satânica; 13 > 6 + 7 = número do homem maligno e ocultista na mais perfeita rebelião contra Deus; porquanto é dito que 13 é o número de Satanás. (4)

Do mesmo modo, aplicando a esperteza do construtor em espiritualizar frases das Escrituras, diremos que o número 39 aponta o adorador do diabo, o homem maligno em sua completa depravação e revolta contra Deus.

Então, concluímos: na frase “trinta e sete” o olhar caolho “além da letra”  encontrou a trindade e a perfeição da obra; mas embaraçou-se na heresia que guarda, em suas entranhas, a intensificação do mal.

X) Portanto, se o olhar caolho do construtor de heresias da obra perfeita que veio da eternidade acredita em força e mistério dos números; e que certos segredos da doutrina revelada aparecem escondidinhos em expressões numéricas e frases isoladas das Escrituras; diremos que ele conseguiu construir e erguer a doutrina revelada ao nível de dogma negrumoso e ocultista. Portanto, este ensino é herético. ENSINO DE DEMÔNIOS!

Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino: prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina. Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas.

CONCLUSÃO

A astúcia da elite icemita está na  formatação e na  manipulação de obedientes obreiros que não-pensemfazendo-os crer movidos pelo espírito de obediência à Obra como fonte de autoridade espiritual e poder pentecostal para serem  valentes… muito valentes. Autoridade espiritual?, capacitação sobrenatural? poder pentecostal e valentia? onde estão na prática? O evitar de desmascarar os falsos profetas e o fugir de expulsar demônios demonstram a fraqueza dos valetes (escrevi valetes). Os erros grosseiros nos cultos proféticos – fatos incontroversos notórios e públicos – provam o contrário da lenga-lenga do mestre-mor.

A ordem do monarca é imperiosa: ABSORVAM A OBRA! Deste modo, o chefe muito religioso impõe o DON (Doutrinas, Orientações e Normas do Presbitério cf. arts. 5º e 25 do Estatuto da ICM-PES), constantemente manipulado pelo  icemita mestre dos mestres e exclusivo modelo dos 37 valentes (quem lê entenda).

Assim, o clero superior despeja a doutrina revelada sobre o clero inferior; e estes obrigam as unidades locais à INDISCUTÍVEL OBEDIÊNCIA. Nesse construto hierárquico de profetadas e revelagens avalia-se a capacidade do servo da Obra ser erguido à condição de defensor da instituição e mero representante do presbitério naunidades locais, conforme o Estatuto Icemita.

Buscar entendimento oculto das Escrituras, além do plano semântico da passagem, é espiritualizar frases consistindo emextravagâncias de interpretação em completa DESARMONIA com o que Deus disse, do jeito que Ele disse. Método extremamente perigoso. Na espiritualização de frases das Escrituras a mente do intérprete não se prende às exigentes regras da Hermenêutica Bíblica, e não há como checar o que ele interpreta. Neste passo, o gedeltismo busca o pretenso sentido oculto do texto, fazendo disto o único padrão… e fracassa. E fracassa quem o imita…

Caindo no engodo de espiritualização de frases das Escrituras, em Ap. 8.5 o mestre-mor cometeu o pior dos erros: destituiu a Cristo Jesus de Seu Apostolado, Messianato e Sumo Sacerdócio, declarando: (5)

Enquanto os anjos se preparam para atender às determinações do Todo Poderoso, o fogo do altar (símbolo do Espírito Santo) é jogado sobre a Terra para os homens, que recebem diretamente do altar o calor das chamas incendiárias do poder de Deus, onde o Espírito Santo age cada vez com mais intensidade em seus corações, como apelo e preparo aos fatos que sucederão, evitando surpresa, o medo e o terror próprio dos desavisados. É a misericórdia de Deus preparando o homem para receber com alegria as suas intervenções.

Mergulhando ainda mais nesta erronia esquizofrênica, o chefe icemita insistiu em que três das quatro trombetas do Apocalipse tocaram (se assim for, já estamos na grande tribulação) e a quarta trombeta equivale à “última trombeta” de 2 Co. 15.52; quando, então, a Igreja Fiel (leia-se: a ICM-PES) exclusivamente será arrebatada“num abrir e fechar de olhos”. Erro em cima de erro. Milenar é o ensino da Escritura (Jó 5.12-13):

“Ele (Deus) frustra as maquinações dos astutos, para que as suas mãos não possam realizar seus projetos. Ele apanha os sábios na sua própria astúcia; e o conselho dos que tramam se precipita.”

Não é, pois, de admirar, que a augusta doutrina revelada… mistérios da Obra propalada pelo chefe muito religioso da ICM-PES, seja conveniente como encantamento dos incautos e instrumento de aprisionamento e manipulação dos obedientes e obtusos servos da Obra.

Nesta condição,  diáconos, mestres dos Seminários, obreiros e os referidos  representates do presbitério (pastores) anseiam e esperam pelo escondido na cartola ou na manga do paletó do mágico; e agrilhoados ao condicionamento místico-religioso da doutrina revelada além da letra, não mais conseguem enxergar o que está nas Escrituras SagradasO absurdo disfarce do poder camaleônico ficou introjetado na mente de cada icemita. Romper com esses entraves exige esforço indescritível.

O propósito deste artigo foi demonstrar em que resulta a alegoria (fantasia) na boca e na doutrina dos falsos mestres e incrédulos especializados na empulhação e na espiritualização de frases das Escrituras. 

Ora, a empulhação gera incrédulos e mata! A apostila em comento nos mostra que a Verdade do Evangelho ainda é mistério nesta ICM-OBRA, onde alegorias, dissimulações, espiritualizações das frases da Bíblia e o gasto e muito obtuso tipologês aparecem absolutos e indispensáveis no arranjo caracteristicamente dissimulado dos ensinos principais nos Seminários da Obra.

Os beatos dependentes e os obreiros subalternos aprenderam a confiar na crença do monarca muito religioso; e, deste modo dispensam o criterioso exame das Escrituras, bem como o exercício da fé no poder e sabedoria de Deus. E enquanto os valetes (escrevi valetes) dormem, os filhos do maligno incentivam o maranatês que continua crescendo qual joio no meio do trigo (Mt. 13.24-30,36-43). Laços do Diabo!

Por conseguinte, a doutrina revelada consegue encantar beatos, obreiros obtusos e pastores subalternos; mas não faz o mais mínimo sentido para os crentes firmes na “fé em Cristo Jesus” (Gl. 2.16) segundo as Escrituras; porque não somos “como os demais, que não têm esperança” (1 Ts. 4.13b). Mas logo aparecem decepções  falhas recorrentes, a ponto de obreiros dizererem: muita coisa está errada dentro desta igreja. Nesta condição de fidelidade a Cristo e às Escrituras Sagradas é que “seremos arrebatados… num abrir e fechar de olhos…” (1 Ts. 4.17; 1 Co. 15.52).

Portanto, ARREBATAMENTO JÁ!

Tenho por firme, que a porção das Escrituras que RECUSAMOS, é sempre aquela que nos torna INÚTEIS PARA O REINO DE DEUS. Cristão, escreva isto em seu espírito e esteja certo desta máxima. Dispensa demonstração por ser escrituristicamente verdadeira. Sua consciência já falou ai dentro do coração.

Você não precisa concordar comigo. Porém, NUNCA poderá dizer: ninguém me avisou.

NOTAS:

Artigo acrescido e revisado em 17.12.2011.

Artigo apresentado na Comunidade Já fui um Maranata em 31.08.2008. Daí em diante ele aparece em diversos Blogs e Sites. Atualização e re-estilização na data desta republicação.

Expressões e frases entre aspas e itálico pertencem à Almeida, RA-SBB. Aquelas sem aspas e em itálico aparecem em apostilas da ICM-PES.

(1) Antes que deletem, copie o conteúdo da apostila “Os Valentes da Obra” em http://doutrinarevelada.blogspot.com/2009/05/os-vanentes-da-obra-davi.html

(2) O Estatuto da ICM-PES emhttp://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=1278527&tid=2533346986709427110&na=4

(3) O cabalístico 37 é mais curioso do que se pensa. Os números 111, 222, 333, 444 etc., são todos múltiplos de 37, ou seja: multiplicando 37 por 3, 6, 9,… (seguindo a seqüência) obtêm-se estes mesmos números.

(4)  http://www.espada.eti.br/n1478.asp

(5) Gedelti V. T. Gueiros – Revista Personalidades – A Quarta Trombeta, ano IV, n. 13, 1998, pgs. 39-41. Neste mesmo sentido: Guia Verbo, 1a. ed., 2002, pgs. 20-30; VerboNews – Edição Especial – Editora e Marketing Ltda, n. 13, Ano 2, Abril de 2006, pgs. 20-24.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/09/a-obra-construindo-heresias/

A paixão pela "obra" acabou

Caro CV e irmãos.
A paixão pela obra acabou…
Graças ao bom e todo poderoroso Deus Único e Senhor de tudo que há no Universo…

Comecei a me dedicar ainda mais a leitura do evangelho do Senhor Jesus, e pretendo adquirir os livros que o CV indica no seu blog (que passou de certa forma a ser nosso também).

O único problema é que não consigo ainda, congregar mais em igreja nenhuma, e uma amiga que continua ainda na Maranata disse que se eu não congregar eu perderei a Salvação…

Consegui me libertar dessa obra, porém fiquei com pé atrás em relação a todas as demais denominações…Estou esperando e descansando realmente no SENHOR, não estou mais angustiada… não estou mais sofrendo… como estava, quando descobri que seguia um Presbitério muito errado (sujo mesmo), o único problema que restou é que não quero mais ser enganada, ludibriada…

Sei que não irei encontrar o lugar perfeito, (Perfeito só o Senhor Jesus), mas ainda não encontrei nenhum lugar que eu sentisse vontade de congregar… Peço a Deus, todos os dias, para mostrar-me este lugar, estou esperando confiantemente no Senhor Justo e Verdadeiro, que espero me dar a Vitória…

Amém… Graça e paz para vc CV e irmãos na fé…

.
Amada irmã em Cristo Jesus.

A “igreja de Deus… corpo de Cristo” está presente no lado de cá da existência, como expressão o amor Deus em graça, misericórdia, poder e sabedoria de Deus. Os que foram feitos “filhos de Deus”, foram fortalecidos em Espírito para andar em ressurreição, conseguem alcançar a grandeza destes pastos verdejantes (coisas que os anjos almejam conhecer e experimentar).
.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/04/lavando-os-pes/
.
Infelizmente, o olhar caolho do construtor da HERESIA ICEMITA engana e continua enganando a membresia, dizendo que “o senhor revelou esta OBRA como a última OBRA, a exclusiva e fora desta Obra não existe salvação.” Que mentira a mensagem do dono do rebanho que julga ser superior aos demais.
.
http://www.myspace.com/video/obra/icm-e-a-superioridade-da-ra-a-obrariana/105648712
.
Mas que “senhor” é este, que revela o contrário do que disse Deus, do jeito que Ele disse nas Escrituras? Por isso a confusão, a estupidez, a incerteza, a opacidade e o olhar caolho dos filhos do gedeltismo que não conseguem ver e impedem os outros de ver o que JÁ podemos usufruir.

Portanto, Sthefania, à medida que os filhos de Deus andam em ressurreição, eles experimentam o que o olho não viu, nem em mente ainda penetrou. Incrível!

Paz.

CV.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/05/apaixonei-me-pela-obra-e-agora/